- Philip Davis segue como primeiro-ministro, com o Partido Liberal Progressista (PLP) reeleito, tornando-se o líder com segundo mandato consecutivo em quase 30 anos.
- O PLP deve vencer mais de trinta dos 41 assentos no Parlamento bahamense, após chamadas a eleições antecipadas.
- O PLP também conquistou as duas novas cadeiras criadas pelo comitê de limitação de distritos eleitorais.
- O Partido da Liberdade Nacional (FNM) é visto com cerca de oito assentos; o ex-primeiro-ministro Hubert Minnis não venceu cargo.
- Os eleitores tinham preocupações com custo de vida, especialmente moradia; o governo retirou a taxação do IVA sobre alimentos antes das eleições, mas a questão da moradia persiste.
O primeiro-ministro Philip Davis, do Partido Progressista Liberal (PLP), foi reeleito nas Bahamas, tornando-se o líder a cumprir um segundo mandato consecutivo em quase 30 anos. O resultado consolida o PLP como maioria no Parlamento, com Davis afirmando que a vitória é um mandato para seguir avançando.
A eleição ocorreu mais cedo do que o previsto, após decisão do governo de antecipar o pleito para enfrentar a temporada de furacões no Atlântico. O pleito ocorreu em meio a cobranças sobre custos de moradia e salários estagnados, tema que ganhou destaque na campanha.
O PLP tem início com expectativa de vencer mais de 30 das 41 cadeiras da Assembleia Legislativa das Bahamas. A prática anterior já havia elevado o número de cadeiras com a criação de dois novos distritos eleitorais, resultado de uma revisão de contigências feita por uma comissão independente.
A Oposição, o Free National Movement (FNM), ficou projetado com cerca de oito cadeiras, segundo o líder oposicionista. O pleito também levou à derrota de figuras de renome, como o ex-primeiro-ministro Hubert Minnis, que não venceu o assento que ocupava há quase 20 anos.
Entre os vencedores do FNM, o ex-jogador de NBA Rick Fox perdeu no distrital Garden Hills. Mario Bowleg, que já ocupou ministérios ligados a juventude, esportes e cultura, confirmou a vitória sobre Fox, em mais um desdobramento do pleito.
A votação ocorreu diante de preocupações com o custo de vida, especialmente moradia, com o FMI destacando limitações de gastos públicos para ampliar o acesso à habitação. Davis já havia anunciado, semanas antes, a retirada do imposto sobre valor agregado de alimentos vendidos em supermercados.
Chester Cooper, vice-líder do PLP, deve manter-se como vice-primeiro-ministro, enquanto Michael Pintard, líder da oposição, não conseguiu renovar o mandato. Os resultados indicam continuidade de políticas consumidoras e de habitação iniciadas pelas administrações anteriores, agora sob a continuidade do PLP.
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