- A missionária Giane Brunetti, da JOCUM, participou do The Send Brasil 2026 e pediu aos brasileiros que respondam ao chamado missionário para as nações.
- Em Guiné-Bissau, a estratégia é entregar uma Bíblia em cada casa; já foram alcançadas mais de seis dezenas de milhares de residências em três anos, em um país muçulmano com cerca de quinhentas mil casas mapeadas.
- A distribuição na língua do coração tem gerado respostas positivas, com moradores dizendo que Deus fala a sua língua; exemplo: um homem Bijagó ficou em lágrimas ao receber a Bíblia.
- Milagres acompanham o avanço do Evangelho, como o caso de muçulmano que pediu oração pela mãe, que recuperou movimentos após receber visitas espirituais.
- Giane destacou que cerca de três bilhões ainda não ouviram o Evangelho e criticou o baixo investimento missionário da Igreja brasileira, fazendo um chamado para que os cristãos atuem e que as portas das nações estão abertas.
Giane Brunetti, missionária da JOCUM, pediu aos cristãos da nova geração que respondam ao chamado pelas nações durante o The Send Brasil 2026, realizado no sábado. Ela testemunhou o avanço do Evangelho em Guiné-Bissau e afirmou que as nações estão prontas, mas faltam respostas.
A missionária contou que, desde a chamada aos 17 anos, recebeu a visão de levar uma Bíblia a cada casa em um país majoritariamente muçulmano. Em Guiné-Bissau, cerca de 500 mil residências já receberam uma Bíblia, em três anos, com registro documental do trabalho para evitar duplicidade.
Ainda segundo Giane, a entrega da Palavra em língua local tem gerado impactos preservando a linguagem do coração. Ela relatou histórias como o de um homem Bijagó que, emocionado, quis mostrar a Bíblia aos familiares, após recebê-la na língua materna.
Chamada aos cristãos brasileiros
Giane destacou que ainda existem três bilhões de pessoas que não ouviram o Evangelho. Ela atribuiu o problema à carência de missionários e não à dificuldade do campo, pedindo maior mobilização.
Ela ressaltou um despertar específico no Brasil, afirmando que o país foi feito para as nações e vice-versa. Em tom de apelo, pediu que famílias cristãs priorizem o chamado de Deus acima de status social ou educacional.
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