- O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, citou Gamaliel ao falar sobre o The Send, evento realizado no sábado anterior em cinco estádios no Brasil, com público estimado acima de 250 mil pessoas.
- Malafaia afirmou que o The Send teve natureza espiritual e rebateu críticas feitas nas redes sociais, sugerindo motivação por busca de visibilidade digital.
- Ele esclareceu que o evento não contou com patrocínio de órgãos públicos e que a receita com ingressos e ofertas voluntárias não cobriu todos os custos.
- O líder negou que houve cachês pagos a pastores ou artistas gospel e disse ter arcado com as próprias viagens a Recife, em Pernambuco, e a Belo Horizonte, em Minas Gerais.
- Sobre acusações de cunho político, Malafaia disse que falar a verdade não é política e citou Gamaliel para afirmar que, se a obra é de Deus, ela permanece.
Em gravação divulgada nas redes sociais, o pastor Silas Malafaia comentou questionamentos sobre o evento The Send. A reunião ocorreu no último sábado, 31 de agosto, simultaneamente em cinco estádios no Brasil, com público estimado acima de 250 mil pessoas.
Malafaia afirmou que o The Send teve natureza espiritual e rebateu críticas que circularam online. Segundo ele, parte das acusações surgiu da busca por visibilidade nas redes sociais. O pastor disse que redes sociais não constroem história.
Sobre as alegações de fins lucrativos, o líder da Advec explicou que o evento não teve patrocínio público e que a receita de ingressos e ofertas não cobriu todos os custos de produção. Afirmou ainda que não houve pagamento de cachê a pastores ou artistas.
O pastor também negou que o evento tivesse viés político. Argumentou que dizer a verdade sobre o cristianismo não é política e reforçou a ideia de que a obra pode ser de Deus, ou não, conforme a avaliação divina.
Gamaliel foi citado para encerrar a manifestação, com a mensagem de que, se a obra é de Deus, ela permanece; caso contrário, tende a terminar.
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