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Prefeitura da Bahia veta venda de destilados após intoxicações por metanol

Prefeitura de Ribeira do Pombal proíbe venda, distribuição e consumo de bebidas destiladas até cinco de janeiro, após intoxicações por metanol; fiscalização e sanções previstas

Gabinete de crise intensificou fiscalizações contra bebidas falsificadas. Foto: Pablo Jacob/GOVSP
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  • A prefeitura de Ribeira do Pombal proibiu a venda, distribuição, fornecimento e consumo de bebidas destiladas até o dia 5 de janeiro, abrangendo todos os estabelecimentos e eventos.
  • A medida foi tomada após confirmação de sete casos de intoxicação por metanol na cidade, associada a bebidas adulteradas, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
  • Agentes da Vigilância Sanitária, com apoio da Guarda Civil Municipal, fiscalizarão o cumprimento, podendo aplicar interdições, apreensões, inutilização de produtos e multas.
  • A intoxicação foi notificada à Secretaria Estadual de Saúde da Bahia, e os pacientes já receberam antídoto contra o metanol; o estabelecimento vendedor foi interditado.
  • A decisão aponta risco sanitário comprovado e emergência em saúde pública, justificando o veto temporário até 5 de janeiro.

A prefeitura de Ribeira do Pombal, na Bahia, proibiu a venda, distribuição, fornecimento e consumo de bebidas destiladas até o dia 5 de janeiro. A medida foi tomada após a confirmação de casos de intoxicação por metanol pela rede de saúde. A decisão envolve todos os estabelecimentos e eventos no município. A intoxicação foi notificada à Secretaria Estadual de Saúde na terça-feira 30; a interdição de um estabelecimento já havia ocorrido.

Vítimas participavam de uma festa de noivado quando começaram a apresentar vômitos, náuseas, tonturas e visão turva. Todos foram encaminhados ao Hospital Geral Santa Tereza, onde receberam antídoto. A Sesab informou que os pacientes já receberam o tratamento adequado e que o local que comercializou a bebida foi interditado pela vigilância sanitária.

Medida de fiscalização e impactos

Agentes da Vigilância Sanitária Municipal, com apoio da Guarda Civil Municipal, farão a fiscalização da proibição. Em caso de descumprimento, caberá interdição, apreensão e inutilização de produtos, além de multas e sanções administrativas. A decisão visa reduzir riscos sanitários e evitar novas intoxicações até a conclusão de ações de origem do problema.

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