- Isabel Veloso, de 19 anos, permanece internada na unidade de terapia intensiva do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, há 22 dias.
- Nesta sexta-feira, o marido, Lucas Borbas, de 27 anos, informou que Isabel seria submetida a uma traqueostomia para facilitar a passagem de ar.
- A cirurgia ocorreu sem intercorrências, segundo ele, que agradeceu e disse que está dando um “milagre” para a família.
- A influenciadora ficou intubada pela primeira vez em 27 de novembro, teve alta ao quarto, voltou a respirar sozinha e, no dia 4 de dezembro, precisou ser intubada novamente por grave pneumonia; segue na UTI em estado grave.
- O filho do casal, Arthur, completa um ano no próximo domingo (29). A traqueostomia envolve a colocação de uma cânula na traqueia e pode ser temporária ou definitiva, conforme a evolução clínica.
Lucas Borbas, marido de Isabel Veloso, manteve os seguidores informados sobre o estado de saúde da influenciadora, nesta sexta-feira, 26. Isabel, de 19 anos, está internada na UTI do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba (PR), há 22 dias. Ela será submetida a traqueostomia, procedimento que abre a traqueia para facilitar a passagem de ar. Borbas pediu energias positivas para a família.
Após anunciar a cirurgia, ele atualizou novamente a web, informando que a operação correu bem. Em foto publicada, ele aparece ao lado da esposa e do filho, Arthur, que completa um ano no próximo domingo. A mensagem transmite gratidão e a crença de que Isabel tem um propósito maior.
Isabel foi internada pela primeira vez em 27 de novembro, após crise respiratória que levou à intubação. Em poucos dias, recebeu alta para o quarto e voltou a respirar espontaneamente, dependendo de alimentação por sonda. No dia 4 de dezembro houve nova intubação devido a pneumonia; desde então, permanece na UTI em estado grave.
Situação atual da paciente
A traqueostomia, realizada após 21 dias de intubação, envolve a colocação de uma cânula na traqueia para facilitar a passagem do ar. A decisão sobre a continuidade do suporte respiratório varia conforme a evolução clínica de cada paciente, podendo haver descontinuamento ou necessidade de suporte prolongado.
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