- Gregory John Walker foi condenado a no máximo 10 anos e nove meses de prisão por homicídio culposo de Arthur Haines, ocorrida durante um sleepover em Waterloo, Sydney, em 1998.
- A morte de Arthur ocorreu após Walker jogar um coquetel molotov na casa onde ele dormia; a criança ficou em cima do terceiro andar, sofreu queimaduras graves e morreu 11 semanas depois.
- O juiz destacou desprezo pela gravidade do ocorrido, mas reconheceu remorso recente de Walker, que admitiu a morte de Arthur em outubro deste ano, pouco antes do julgamento pela acusação de assassinato.
- Com tempo já cumprido, Walker torna-se elegível para liberdade condicional em fevereiro de 2029.
- A mãe de Arthur, Julie Szabo, falou publicamente sobre a dor da perda; o caso gerou reação da comunidade e do sistema judiciário, com referências à trajetória de Walker e ao reconhecimento do erro.
Em Waterloo, Sydney, Gregory John Walker foi condenado por homicídio culposo após atear fogo a uma casa durante o sleepover de Arthur Haines, em 1998. O garoto, de 13 anos, morreu 11 semanas depois, vítima de queimaduras graves. O tribunal considerou o ato um desfecho de uma disputa de vizinhança.
Arthur estava no terço superior de uma casa quando a chama se propagou pela cozinha. O fogo obrigou o jovem a saltar pela janela, causando queimaduras graves que levaram à sua morte. Walker já possuía histórico criminal e chegava ao julgamento sob vigilância de autoridades.
Walker recebeu a pena máxima de 10 anos e nove meses de prisão, com elegibilidade de liberdade condicional em fevereiro de 2029. O juiz destacou desprezo inicial pelo ocorrido, mas reconheceu algum remorso posterior durante o processo.
Contexto e antecedentes
Walker admitiu ter causado a morte de Arthur em outubro deste ano, pouco antes do julgamento pela acusação de assassinato. Seu histórico inclui prisões e períodos de liberdade condicional; a defesa ressaltou mudanças positivas na vida desde o crime.
Repercussões familiares e judicial
A mãe de Arthur, Julie Szabo, descreveu a dor pública ao longo de mais de duas décadas desde o sleepover. O juiz apontou que, apesar de ações recentes de reparação, o registro de danos é irreparável para a família. A família aguardava respostas há anos.
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