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MP conclui que delegado Ruy Ferraz foi morto a mando do PCC

MP-SP denuncia oito suspeitos pelo assassinato de ex-delegado Fontes em Praia Grande, apontando planejamento do PCC desde março

MP-SP conclui que ex-delegado Ruy Ferraz foi morto a mando do PCC e denuncia 8. (Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil)
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  • O Ministério Público de São Paulo denunciou oito suspeitos pelo assassinato de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil, ocorrido em quinze de setembro em Praia Grande (SP) por ordem do PCC.
  • O crime incluiu homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio, porte de arma de uso restrito, favorecimento pessoal e integração de organização criminosa armada, com o planejamento começando em março.
  • Segundo a investigação, houve roubo de veículos, compra de armas e aquisição de imóveis para apoio logístico; os executores emboscaram Fontes na saída da prefeitura e atiraram com fuzis, seguido de ignição de fogo em um veículo.
  • Ao todo, quatorze pessoas são citadas na investigação; um suspeito identificado como Umberto Alberto Gomes, conhecido como “Playboy”, morreu em vinte e nove de setembro durante as investigações.
  • Dois coautores permanecem foragidos, e há um suspeito chamado apenas de “quarto ocupante” que ainda não foi reconhecido formalmente.

Nos autos da denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo, oito investigados foram acusados pelo assassinato de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil. O crime ocorreu em Praia Grande, no dia 15 de setembro, a mando do alto escalão do PCC. O atentado envolveu emboscada na saída da prefeitura, seguido de disparos com fuzis e fogo em um veículo.

Segundo o MP, o planejamento do crime teria começado em março. As ações incluíram roubo de veículos, aquisição de armas de uso restrito e obtenção de imóveis para logística da organização criminosa. Fontes atuava por mais de 40 anos no combate ao crime organizado.

Denúncia e detalhes do caso

A denúncia aponta homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio, porte de arma de uso restrito, favorecimento pessoal e integração de organização criminosa armada. O crime foi descrito como execução coordenada por membros do PCC.

Investigações e estado atual

Um dos investigados, identificado como Umberto Alberto Gomes, conhecido como “Playboy”, morreu em 30 de setembro durante as investigações. Segundo a polícia, material genético dele foi encontrado em duas casas utilizadas na preparação do ataque. Ao todo, 14 pessoas são citadas na investigação.

Situação dos investigados

Quatro suspeitos aparecem como coautores do ataque, com pelo menos dois ainda foragidos. Um “quarto ocupante” não foi formalmente identificado e não integra o relatório final. Os demais investigados seriam responsáveis pela logística do crime, segundo o DHPP.

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