- A Philadelphia Museum of Art demitiu Sasha Suda e ela move ação judicial alegando tratamento injusto e abuso.
- Daniel H. Weiss foi eleito para substituir Suda, assume em primeiro de dezembro e deve permanecer no cargo pelo menos até dois mil e vinte e oito.
- Weiss foi diretor e CEO do Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, de dois mil e quinze a dois mil e vinte e três, e atuou como professor e conselheiro na Johns Hopkins University.
- Suda afirma que membros da diretoria buscavam demiti-la e que Weiss, na época conselheiro de governança, chamou o conselho de “extremamente disfuncional”.
- A nomeação de Weiss marca retorno a posição de liderança sênior na instituição, com histórico de mudanças institucionais e controvérsias durante sua gestão no Met.
A Philadelphia Art Museum (PAM) anunciou a nomeação de Daniel H. Weiss para substituir Sasha Suda, que foi demitida há menos de três semanas. Weiss assume em 1º de dezembro e ficará no cargo pelo menos até 2028. A decisão ocorre em meio a uma ação judicial movida por Suda contra o museu, que alega tratamento injusto.
Suda questiona a gestão da instituição e afirma abusos, enquanto Weiss volta a ocupar uma posição de alto nível após deixar o Metropolitan Museum of Art, em Nova York. Nos últimos dois anos, ele atuou como professor e assessor na Johns Hopkins University, em Baltimore.
Mudança de liderança
Ellen Caplan, presidente do conselho do PAM, afirmou que Weiss tem perfil e experiência para trazer estabilidade e direção estratégica durante um período crítico para o museu. Suda alega que a liderança do PAM buscou afastá-la com pretextos, citando Weiss como consultor de governança da instituição na época.
Weiss comandou o Met de 2015 a 2023, tendo atuado ainda como diretor interino após a saída abrupta de um antecessor em 2017. Seu período no Met contou com grandes obras, navegação da pandemia, repatriação de artefatos para países africanos e ajustes de pesquisa de proveniência.
Outros pontos discutidos na época envolveram a renovação do Michael C. Rockefeller Wing e mobilizações sobre o financiamento de doadores ligados à Sackler, após críticas sobre o papel da Purdue Pharma na crise de opioides.
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