- A prova passa a se chamar GP de Barcelona-Catalunha, substituindo o título GP da Espanha, com o grande prêmio do país realizado em Madri a partir de agora.
- Barcelona continuará no calendário, mas em rodízio com Spa-Francorchamps; o GP de Barcelona-Catalunha será disputado apenas nos anos pares.
- 2027 será o primeiro ano desde a introdução da pista em que o calendário não terá corrida em Barcelona.
- O acordo com a Fomula 1 estende a presença da pista na categoria até 2032, com rodízio entre duas praças, após investimentos em sustentabilidade e melhorias para o público.
- A Mercedes é apontada como favorita, após dominar a temporada, com destaque para o desempenho recente em Mônaco.
O circuito de Barcelona-Catalunha deixará de ser o GP da Espanha a partir deste ano, passando a ser o GP de Barcelona-Catalunha. A mudança acompanha a mudança de nomenclatura e o novo acordo leva o Grand Prix a Madri, no circuito de Madring, a partir de 2027.
A decisão foi anunciada no início de 2024 e foi justificada pela Fórmula 1 e pela FIA com foco em acessibilidade, sustentabilidade e inovação, além da criação de um espetáculo com várias dias de evento. Pelo menos 90% dos fãs devem chegar ao traçado de Madri via transporte público.
O novo acordo estende a presença de Barcelona na Fórmula 1 até 2032, porém com rodízio entre circuitos. A prova passará a acontecer nos anos pares: 2026, 2028, 2030 e 2032, alternando com Spa-Francorchamps. Em 2027, o circuito de Barcelona não sediará a prova pela primeira vez desde a introdução da pista na categoria.
Com a mudança, o GP de Barcelona-Catalunha passa a ser realizado apenas a cada dois anos, mantendo o traçado espanhol no calendário, mas não como sede anual. O contrato vigente até 2032 condiciona a presença da prova à alternância com Spa e ao calendário internacional da F1.
A mudança também envolve investimentos para manter a pista na Fórmula 1, incluindo medidas de sustentabilidade como a instalação de painéis solares, além de melhorias para torcedores. A mudança de sede não altera o posto de palco da Mercedes na temporada, que tem dominado as corridas até o momento.
Historicamente, o GP de Barcelona costuma favorecer o carro mais completo, com vitórias frequentes de equipes de ponta. Nos últimos 10 anos, apenas uma vez o vencedor não foi de uma escuderia campeã de construtores: 2016, com Verstappen na Red Bull e um incidente de Hamilton e Rosberg na largada.
O GP de Barcelona-Catalunha continuará a acompanhar a evolução do calendário da Fórmula 1, mantendo a tradição da pista ao longo de décadas. O ajuste de nomes e o rodízio entre circuitos marcam uma nova fase da temporada, sem mudanças no formato técnico básico das corridas.
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