- Especialistas dizem que há pouca evidência de que uma matança de tubarões torne o nado mais seguro após o ataque em uma das praias mais populares de Sydney, sem clareza sobre quantos animais precisariam ser removidos ou se haveria melhoria real na segurança.
- Pelo menos um em cinco estudantes de universidades públicas australianas não se sente livre para expressar suas opiniões no campus, segundo nova análise.
- A pesquisa aponta piora da liberdade de expressão nas universidades nos últimos anos e recomenda que as instituições sejam responsabilizadas pela forma como os estudantes se expressam.
- O governo federal destinou quase $200 milhões em empréstimos sem juros para apoiar as cadeias de fornecimento industriais desde as interrupções no Oriente Médio; mais de 200 empresas já aderiram ao programa.
O que aconteceu envolve especialistas que contestam a ideia de realizar um abate de tubarões após um ataque em uma das praias mais populares de Sydney neste fim de semana. A discussão gira em torno da eficácia de uma possível caça aos tubarões para reduzir riscos aos banhistas.
Os cientistas afirmam haver pouca evidência de que uma culling aumente a segurança dos banhistas. Não há consenso sobre quantos animais precisariam ser removidos nem se isso traria melhorias significativas na proteção.
Além disso, pesquisa recente aponta que pelo menos um quinto dos estudantes em universidades públicas australianas não se sente livre para expressar opiniões no campus. O estudo recomenda maior responsabilidade das instituições com a liberdade de expressão.
Liberdade de expressão nas universidades
O levantamento analisou a percepção de alunos sobre o tema e indicou piora ao longo dos anos. Os autores destacam a importância de ambientes universitários que incentivem o debate sem censura.
As instituições foram aconselhadas a monitorar e abordar questões que afetam a expressão estudantil, para evitar clima de medo ou autocensura entre os estudantes.
Apoio financeiro para a indústria
O governo federal informou ter liberado quase 200 milhões de dólares em empréstimos sem juros. O objetivo é sustentar cadeias de suprimento da indústria manufatureira diante de interrupções na região.
Mais de 200 empresas aderiram ao programa, segundo dados oficiais. O plano busca fortalecer operações locais e reduzir vulnerabilidades econômicas associadas a conflitos regionais.
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