- Durante o 1º Fórum de Reitores Brasil-África, em Brasília de 25 a 27 de maio, ocorrem quase 40 seminários da iniciativa Universidades em Foco.
- No dia 25 de maio foram realizados 12 seminários sobre agricultura, internacionalização, cooperação entre Brasil e África e o papel das universidades na sustentabilidade.
- Em 26 de maio ocorreram 16 seminários, pela manhã sobre saúde, cooperação e uso de tecnologia na educação, e à tarde sobre linguagem, internacionalização e parcerias sul-sul.
- No último dia, 27 de maio, aconteceram dez seminários sobre desenvolvimento regional sustentável, diálogo entre regiões e cooperação institucional, com atividades paralelas e assinatura da Carta de Brasília.
- A programação completa está disponível no Portal do MEC, e o fórum é promovido pelo Ministério da Educação, pela Capes e pela Andifes, com apoio do Instituto Guimarães Rosa e do Ministério das Relações Exteriores.
O 1º Fórum de Reitores Brasil-África, que ocorre em Brasília entre 25 e 27 de maio, reúne universidades brasileiras e africanas para debater temas estratégicos da educação superior. Ao todo, serão realizados quase 40 seminários da iniciativa Universidades em Foco, buscando fortalecer cooperações e dimensões como meio ambiente, desenvolvimento territorial e impacto social.
O objetivo é promover diálogos entre instituições de ensino de ambos os continentes, integrando parcerias acadêmicas, ações de internacionalização e a contribuição das universidades para as comunidades onde atuam. A programação completa está disponível no Portal do MEC.
Ao longo dos três dias, a organização destaca a participação de acadêmicos de universidades brasileiras em conjunto com instituições africanas, em sessões que exploram cooperação, ciência, tecnologia e desenvolvimento regional. O evento é promovido pelo MEC, com apoio de CAPES, Andifes e Instituto Guimarães Rosa.
Seminários – Dia 1 (25 de maio)
No primeiro dia, 12 sessões trataram de agricultura, inovação e sustentabilidade. Também houve foco em estratégias institucionais para internacionalização e na produção científica universitária. A lista oficial dos seminários seguiu com 12 temas, variando entre cooperação sul-sul e parcerias estratégicas.
Entre os temas, destacaram-se Agricultura Inteligente, Cooperação Agrária Brasil-África, Internacionalização, Universidades do Futuro e Parcerias para o Desenvolvimento. A organização explicou que cada encontro envolve uma universidade brasileira e uma instituição africana.
Seminários – Dia 2 (26 de maio)
Na manhã, 8 seminários discutiram o papel das universidades no avanço da saúde regional, cooperação para o desenvolvimento e uso da tecnologia na educação. Também houve foco em redes acadêmicas, parcerias sul-sul e impactos sociais de projetos internacionais.
Na parte da tarde, os debates passaram a abordar linguagem e internacionalização, cooperação internacional para pesquisa e intercâmbio cultural. Seguiram-se temas sobre mobilidade, recebimento de estudantes e redes de cooperação.
Seminários – Dia 3 (27 de maio)
No último dia, 10 sessões trataram de desenvolvimento regional sustentável, compartilhamento de informações para o crescimento e transformação social por meio da cooperação institucional. A programação estadual incluiu também diálogos sobre cooperação entre universidades e incentivo à participação internacional.
Entre os temas apresentados, destacaram-se Descolonização e Cooperação Afro-brasileira, Desenvolvimento Regional, Universidades Abertas à Cooperação Internacional e Diálogo Inter-regional. O encerramento prevê a assinatura da Carta de Brasília pelo evento.
Encerramento e impactos
Além dos seminários, o último dia prevê painéis, reuniões bilaterais e o debate sobre propostas para as relações acadêmicas entre Brasil e países africanos. A carta que encerra o fórum deverá consolidar os compromissos assumidos durante as sessões.
O Fórum é promovido pelo MEC, pela Capes e pela Andifes, com apoio do Instituto Guimarães Rosa do MRE. A iniciativa visa solidificar a educação superior como eixo da relação bilateral, ampliando a cooperação entre universidades brasileiras e instituições africanas.
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