- Jim O’Neill, ex-chefe econômico da Goldman Sachs, pediu ao governo que aumente a empréstimos para investimento em infraestrutura, em sinal de divergência com as políticas de Keir Starmer.
- O economist propõe criar um órgão independente de gastos em infraestrutura, semelhante ao Office for Budget Responsibility (OBR), para liberar mais recursos para grandes projetos.
- Segundo ele, há espaço nos atuais regras fiscais para esse borrowing extra, e ele acredita que o próximo chanceler deve aproveitar essa margem.
- Oavam Burnham, já provável próximo primeiro-ministro, deve detalhar o programa incluindo medidas de devolução de poder (devolução) em breve; o tema infraestrutura aparece entre prioridades.
- O’Neill sugeriu transformar a National Infrastructure and Service Transformation Authority (Nista) em uma instituição independente para tornar os cálculos e impactos de crescimento mais transparentes aos mercados.
Jim O’Neill, ex-economista-chefe da Goldman Sachs, defende ampliar empréstimos para investir em infraestrutura, sinalizando divergência com políticas atuais do governo.
O posicionamento surge enquanto Andy Burnham, chefe do governo de transição, é apontado como provável próximo premiê. O´Neill sugere criar um órgão independente de investimentos em infraestrutura, similar ao OBR, para ampliar obras sem descumprir regras fiscais.
A proposta visa capitalizar o espaço fiscal existente para financiar projetos de grande envergadura, com maior transparência para investidores. O´Neill afirma que há margem para mais crédito dentro das regras públicas.
Burnham tem explorado conselhos de economistas renomados para desenhar seu programa, incluindo temas de devolução de poderes (devolution). A pauta de infraestrutura se amplia, com foco em transportes no norte, como novas ligações em Manchester.
A ideia é que o financiamento adicional apareça no balanço do governo, mas seja administrado por um órgão autônomo. O objetivo é reduzir a percepção de risco entre credores, mantendo previsibilidade fiscal.
Entre as possibilidades, discute-se transformar a National Infrastructure and Service Transformation Authority (Nista) em uma entidade mais independente e transparente. A mudança facilitaria a divulgação de impactos econômicos por projeto.
O´Neill não comentou publicamente sobre cargos específicos, mas defende que Burnham utilize o espaço fiscal para ampliar investimentos, mantendo as metas orçamentárias. A ênfase está na clareza sobre o impacto de cada projeto.
Burnham tem defendido investimentos em obras no norte e, em especial, melhorias de mobilidade, incluindo uma nova linha de transporte em Manchester. A discussão sobre a viabilidade de projetos de grande porte prossegue nos bastidores.
O debate também envolve o equilíbrio entre apoio a projetos como o HS2 e a necessidade de consenso público, com o economista destacando a importância de decisões transparentes sobre quais obras geram retorno.
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