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Cargill negocia venda de unidade de metais para Macquarie, fontes

Cargill negocia vender unidade de metais para Macquarie, em meio à demanda chinesa fraca e volatilidade dos preços do minério de ferro

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  • A Cargill está em negociações para vender sua unidade de metais para o Macquarie Group, segundo cinco fontes familiarizadas com o tema.
  • As fontes ressaltam que as conversas ainda não foram anunciadas e não há garantia de fechamento de um acordo.
  • A unidade de metais da Cargill tem sede em Cingapura e comercializa entre 60 milhões e 70 milhões de toneladas de minério de ferro e cerca de 4 milhões de toneladas de aço por ano, com aproximadamente 130 funcionários.
  • A possível cisão ocorre em um momento de incertezas sobre os preços do minério de ferro, devido à queda da demanda na China.
  • Na China, a presença do China Mineral Resources Group também está reduzindo a volatilidade de mercado para os operadores.

A Cargill está em negociações para vender sua unidade de metais ao Macquarie Group, segundo cinco fontes familiarizadas com o assunto. A operação ainda não foi anunciada e não há garantia de conclusão do acordo.

As fontes afirmam que a divisão de metais da Cargill opera a partir de Cingapura e comercializa entre 60 milhões e 70 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, além de cerca de 4 milhões de toneladas de aço, com aproximadamente 130 funcionários. Detalhes adicionais das negociações não foram divulgados.

A possível cisão ocorre em meio a perspectivas de preço voláteis para o minério de ferro, influenciadas pela queda de demanda na China, principal cliente. O ambiente de mercado é ainda impactado pela presença do China Mineral Resources Group, que reduz a volatilidade para os operadores.

A Cargill não respondeu a pedidos de comentário feitos por email e telefone, enquanto o Macquarie não comentou o assunto. O negócio, se confirmado, refletiria uma estratégia da companhia focada em suas operações centrais de alimentos e agricultura.

A notícia surge em um momento de incerteza setorial, com mudanças regulatórias e ajustes na demanda chinesa, que afetam decisões de investimentos e desinvestimentos no segmento de metais. A veracidade do acordo depende de aprovações e condições que ainda não foram tornadas públicas.

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