- Grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) participaram de webinário nesta quarta-feira, 3 de junho, para conhecer pagamentos e uso de recursos do programa, promovido pelo MEC em parceria com FNDE, Banco do Brasil e a Comissão de Prestação de Contas do PET.
- O encontro detalhou etapas de operacionalização, procedimentos no sistema e regras para acesso aos recursos, com o objetivo de orientar instituições de ensino superior, pró-reitorias responsáveis pelo PET e professores tutores.
- A transmissão ficou disponível no canal do MEC no YouTube, com mais de quatrocentas pessoas acompanhando ao vivo, além de usuários da plataforma de vídeo.
- Para 2026, está prevista a distribuição de R$ 7,4 milhões em custeio a 881 grupos do PET, com pagamento a ser liberado ainda no primeiro semestre do ano.
- O custeio deve ser aplicado apenas nas atividades dos grupos, conforme a Resolução CD/FNDE nº 36/2013, e só pode ser utilizado após crédito no Cartão-Pesquisador; o MEC também criou um FAQ com as dúvidas mais comuns.
Durante o webinário promovido pelo MEC nesta quarta-feira, 3 de junho, grupos do PET foram orientados sobre pagamentos e uso de recursos do programa. O encontro envolveu FNDE, BB e a Comissão de Prestação de Contas do PET, com objetivo de esclarecer etapas e procedimentos do sistema.
Participantes de diferentes regiões acompanharam a transmissão, disponível no YouTube do MEC, para que tutores, pró-reitorias e instituições de ensino superior utilizem os recursos de forma correta. A gravação fica acessível para revisão pelos envolvidos.
Foram apresentados o calendário de homologação do custeio, envio de informações ao FNDE e regras de uso. Também houve explicação sobre o Cartão-Pesquisador e as principais vedações previstas na regulamentação, além de orientações para a futura prestação de contas.
O MEC esclareceu dúvidas sobre a data real do crédito, comprovada por extrato bancário, que marca o início da utilização dos recursos. Um FAQ com respostas às dúvidas mais comuns sobre o custeio também foi disponibilizado pela pasta.
Orçamento e cronograma
Para 2026, está previsto o repasse de R$ 7,4 milhões em custeio a 881 grupos do PET, distribuídos em todo o país. A liberação visa fortalecer o planejamento de ações de ensino, pesquisa e extensão.
O custeio deve ser aplicado integralmente nas atividades dos grupos, conforme a Resolução CD/FNDE nº 36/2013. A utilização só é permitida após crédito efetivo no Cartão-Pesquisador.
O PET, criado pela Lei 11.180/2005 e regulamentado por Portarias, fomenta bolsas de iniciação científica para estudantes e bolsas de tutoria a professores. A finalidade é aprimorar a formação universitária e o tripé ensino, pesquisa e extensão.
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