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Ibovespa fecha na mínima desde janeiro com exterior desfavorável

Ibovespa fecha na mínima desde janeiro com exterior desfavorável e cenário eleitoral mantendo a cautela no radar

O cenário de instabilidade no exterior influenciou a queda do Ibovespa nesta terça-feira
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  • O Ibovespa fechou em queda de 1,52%, aos 174.278,86 pontos, menor nível desde 21 de janeiro, com volume de R$ 26,4 bilhões, após anúncio do novo presidente-executivo da B3.
  • O dólar ficou em alta, fechando em R$ 5,0416, influenciado por ambiente externo e cenário político interno; o petróleo também teve movimentação com o Brent em US$ 110,99 e o WTI em US$ 104,03 por barril.
  • Entre as ações, Vale caiu 0,99%; Itaú Unibanco recuou 2,12%; Bradesco caiu 1,53%; Petrobras PNA avançou 0,75% e Petrobras ON recuou 0,23%; XP perdeu 3,86%.
  • Fluxo externo até o dia 15 de maio mostrou saída líquida de R$ 9,6 bilhões (excluindo ofertas), enquanto o acumulado no ano permanece positivo em R$ 46,9 bilhões.
  • A pesquisa Atlas/Bloomberg mostrou Lula à frente na corrida presidencial, com Flávio Bolsonaro perdendo terreno, ampliando a percepção de cenário fiscal complexo e juros possivelmente mais lentos no Brasil.

O Ibovespa fechou em queda de 1,52% nesta terça-feira, aos 174.278,86 pontos, no menor patamar desde 21 de janeiro. O recuo ocorreu com a bolsa pressionada pelo novo presidente-executivo da B3, além de queda nos preços de minério de iron e petróleo e alta dos treasuries. Também pesou uma nova pesquisa eleitoral no Brasil.

O giro financeiro somou R$ 26,4 bilhões. O índice registrou máxima de 176.973,24 e mínima de 173.543,76 ao longo do pregão. Em 2026, o Ibovespa chegou a subir mais de 23% até meados de abril, mas vem recuando com saídas de externos e ajustes de setores.

A saída de capitais, juros globais e o ambiente político costumam acelerar volatilidade no curto prazo. Analistas destacam que o mercado global observa rotação para tecnologia e tolera cenários de juros mais elevados por mais tempo.

Dólar

O dólar fechou em alta de 0,86%, a R$ 5,0416, com viés externo positivo. O dólar futuro para junho subiu 1,01%, para R$ 5,0580, em sessão marcada por incertezas globais e pelo radar de novas divulgações eleitorais.

Petróleo

O Brent encerrou em leve alta de 0,01%, a US$ 110,99 por barril, sustentado por tensões no Oriente Médio e dúvidas sobre a oferta global. O WTI caiu 0,34%, para US$ 104,03 por barril, refletindo o cenário de demanda e armazenamento.

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