- Bitcoin atingiu aproximadamente $81.000 em intraday, com a possibilidade de testar $90.000 caso haja um acordo-tom entre Trump e Xi que alivie tarifas.
- A comitiva presidencial inclui Elon Musk, Tim Cook, Larry Fink e Jensen Huang, em visita aos Estados Unidos à China, com pauta possível de tarifas sobre semicondutores, eletrônicos, terras raras e aviação.
- Preparações diplomáticas seguem com conversas entre o Tesouro dos EUA e autoridades chinesas em Seul, com reuniões previstas com o vice-primeiro-ministro He Lifeng; resultados podem estabilizar cadeias de suprimento e reduzir riscos macro.
- Se surgir um marco de livre comércio até o dia 15 de maio, o caminho de Bitcoin para $88.000–$90.000 tende a abrir rapidamente; se as negociações não progressarem, o movimento pode recuar rapidamente.
- Níveis-chave: resistência entre $82.500 e $83.500; região decisiva de $88.000 a $90.000; é essencial fechar acima de $84.500 para confirmar tendência; suporte mais próximo fica em $79.500–$80.000.
Bitcoin subiu para cerca de 81 mil dólares após notícias sobre a possível acordo comercial entre Estados Unidos e China, impulsionando a criptomoeda em meio a otimismo do mercado. A divulgação envolve a presença do presidente Donald Trump em visita à China, acompanhado por executivos de peso como Elon Musk, Tim Cook, Larry Fink e Jensen Huang. A viagem, ainda na fase de negociações, ocorreu em meio a expectativas de um quadro que reduza tarifas sobre semicondutores, eletrônicos e outros setores.
Na prática, a imprensa aponta que o cenário prevê uma redução gradual de tarifas associadas a produtos chineses, com possíveis acordos em recursos estratégicos e aviação. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, já iniciou conversas com autoridades chinesas no exterior, com encontros marcados com o vice-principe He Lifeng. Caso haja avanço, o processo poderia reduzir gargalos na cadeia global de suprimentos e favorecer o apetite por ativos de risco.
Do ponto de vista técnico, o bitcoin opera acima de 81 mil dólares, após tocar 81.248 durante a sessão. A resistência relevante fica entre 82,5 mil e 83,5 mil, consolidando a zona como teto para tentativas de recuperação recentes. A faixa entre 88 mil e 90 mil é considerada decisiva, conectada à média móvel de 200 dias e ao ferrolho de ordens de venda institucional. Se romper 90 mil com volume acima da média, o próximo patamar aponta para 93 mil a 95 mil.
Para o lado corretivo, o suporte crítico fica entre 79,5 mil e 80 mil; fechamento diário abaixo de 79,5 mil pode redefinir a tendência de curto prazo. A leitura aponta que o viés permanece positivo acima de 80 mil, mas só se confirma com fechamento acima de 84,5 mil. Dois indicadores externos, a possível confirmação de Kevin Warsh como presidente do Fed e a avaliação da CLARITY Act, podem influenciar a volatilidade e o saldo de riscos para o BTC nesta semana.
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