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Produção Industrial do Brasil sobe 0,1% em março, diz IBGE

Produção industrial sobe 0,1% em março, com alta anual de 4,3%, indicando recuperação após o fim de 2025

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  • A produção industrial subiu 0,1% em março na comparação com fevereiro, sendo o terceiro mês seguido de expansão, com ganho acumulado de 3,1%.
  • Em relação a março do ano anterior, houve alta de 4,3%, após recuo em fevereiro e avanço em janeiro de 2026.
  • O acumulado do ano ficou em 1,3% e, nos últimos doze meses, houve aumento de 0,4%; a média móvel trimestral em março foi de 1,0%.
  • Entre os impactos positivos, destacam-se coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (+2,2%) e indústria química (+4,0%), além de veículos automotores, metalurgia e máquinas e equipamentos.
  • Entre as quedas, as maiores foram bebidas (-2,9%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,9%), com recuos relevantes em móveis (-6,0%), confecção de vestuário (-4,1%) e outros setores.

A produção industrial brasileira teve alta de 0,1% em março na comparação com fevereiro, segundo o IBGE. Foi a terceira variação positiva consecutiva, com expansão acumulada de 3,1% nesse intervalo.

Na comparação com março de 2025, houve alta de 4,3%. Fevereiro apresentou recuo de 0,7% e janeiro, avanço de 0,2%. O acumulado de 2026 ficou em 1,3% frente ao 1º trimestre do ano passado.

Nos últimos 12 meses, a indústria avançou 0,4% e a média móvel trimestral ficou em 1,0% em março.

Entre os destaques, coque, derivados de petróleo e biocombustíveis avançaram 2,2%, com quatro meses seguidos de crescimento, totalizando 11,5% no período. Produtos químicos subiram 4,0%, recuperando queda de 1,5% em fevereiro.

Veículos automotores, reboques e carrocerias cresceram 1,1%, metalurgia 1,2% e máquinas e equipamentos 1,0%, contribuindo para o resultado positivo.

Desempenho por setor

Entre as 16 atividades que registraram queda, bebidas recuaram 2,9% e máquinas, aparelhos e materiais elétricos caíram 3,9%.

Bebidas interrompeu três meses de alta, período com avanço acumulado de 8,5%. Materiais elétricos aprofundaram a queda de fevereiro.

Outros recuos relevantes ocorreram em móveis (-6,0%), vestuário e acessórios (-4,1%), produtos de madeira (-4,4%) e borracha e plástico (-1,1%).

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