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Seguradoras oferecem cobertura para erros de IA

Seguradoras passam a cobrir erros de IA, incluindo decisões automatizadas e alucinações, ampliando o mercado e ampliando exclusões previstas

Adotar várias ferramentas ao mesmo tempo ou não ter um objetivo claro são questões que mais ajudam do que atrapalham quando o assunto é IA. — Foto: Divulgação: Pexels
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  • Seguradoras passaram a oferecer apólices que cobrem erros de IA, incluindo decisões equivocadas de sistemas automatizados e “alucinações” que geram informações falsas com alto grau de confiança.
  • O seguro de erros e omissões (E&O) foi adaptado para IA, com algumas seguradoras incluindo cláusulas de exclusão absoluta da IA em contratos.
  • Há pressão regulatória e empresarial para excluir responsabilidades ligadas à IA em algumas apólices, com a busca de autorizações nos Estados Unidos por parte de empresas como a Chubb.
  • A avaliação de risco envolve testes de vulnerabilidade dos modelos de IA e checagem de conformidade, mas algumas áreas continuam fora da cobertura, como diagnósticos médicos.
  • O mercado cresce entre empresas de tecnologia, agricultura, indústria e energia; a Deloitte estima que o mercado global de seguros para IA pode chegar a até US$ 4,8 bilhões até 2032 (informações da France Presse).

Seguradoras começam a oferecer cobertura para erros de inteligência artificial, incluindo decisões equivocadas de sistemas automatizados e prejuízos financeiros gerados por alucinações. O movimento acompanha a maior autonomia das ferramentas de IA no mercado de seguros.

A novidade envolve apólices específicas para IA, que passam a cobrir falhas associadas a decisões tomadas por máquinas. Empresas de tecnologia e usuários de IA já exploram esse tipo de proteção, antes restrita a falhas humanas.

A afirmação de executivos aponta que a evolução da IA desafia a lógica tradicional de seguros, pois o objetivo é reduzir a necessidade de supervisão humana. Isso implica reavaliar ramos convencionais de cobertura.

Entre as seguradoras, a Armilla realiza testes para mapear vulnerabilidades dos modelos. A gestão de risco e a conformidade regulatória também entram na análise antes da concessão de cobertura.

Algumas exclusões permanecem, como diagnósticos médicos ou condições de saúde mental em uso de IA. Além disso, falhas em cenários de mercado excepcionais, como avaliações atípicas de ativos, também ficam de fora.

Mercado em expansão: clientes incluem empresas de tecnologia, agricultura, indústria e energia. A percepção de potencial é comparável ao da cibersegurança, com incertezas inerentes aos modelos estatísticos.

Estima-se, segundo a Deloitte, que o mercado global de seguros para IA movimente até US$ 4,8 bilhões até 2032. O crescimento depende de regulação, padrões de gestão de risco e evolução tecnológica.

Fonte: agências internacionais, com base em informações da France Presse.

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