- Relatório médico enviado ao STF aponta piora “considerável” das crises de soluço de Jair Bolsonaro nos dias 9 e 10 de junho.
- O ex-presidente permanece em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março; ao final de 90 dias, o relator deve decidir se ele continua em casa ou retorna à Papudinha.
- O cardiologista informou que a gravidade dos soluços exigiu aumento da dose de medicamentos e, em momento oportuno, pode ser necessário encaminhar para exames do trato digestivo.
- O quadro cardiovascular é estável, com pressão arterial controlada, mas há fadiga em esforços médios e oscilações de equilíbrio.
- A cirurgia no ombro direito, realizada em 1º de maio, tem evolução satisfatória, though houve relatos de fadiga atribuídos às crises prolongadas de soluço.
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora considerável nas crises de soluços nos dias 9 e 10 de junho, conforme relatório médico enviado pela defesa ao STF. Ele permanece em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março, sob benefício concedido por 90 dias.
O cardiologista Brasil Caiado aponta que a gravidade exigiu o aumento da dose de medicamentos. O documento indica que, para diagnóstico e conduta, pode ser necessário encaminhamento a exames do trato digestivo. O quadro, embora estável, mostrou piora recente.
O relatório destaca que, após ajustes no tratamento, houve leve melhora, mas as crises voltaram a aumentar nos dias 9 e 10 de junho, com necessidade de doses extras dentro do limite terapêutico. A pressão arterial está controlada, porém há fadiga em esforços médios.
Estado de saúde
O quadro cardiovascular é considerado estável, com pressão arterial controlada. Fala-se em fadiga recorrente e oscilações de equilíbrio durante as crises de soluço.
A ausculta pulmonar apresenta redução na base do pulmão esquerdo, resultado de uma pneumonia broncoaspiratória ocorrida há cerca de três meses. A condição respira melhor, mas permanece como ponto de atenção.
Cirurgia no ombro e fisioterapia
Bolsonaro foi submetido a cirurgia no ombro direito em 1º de maio. O fisioterapeuta Kleber Caiado relata evolução satisfatória, com melhora da amplitude de movimento e menor dor. Em sessão recente, houve fadiga associada às crises de soluço prolongadas.
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