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Diretor da Nvidia Brasil afirma dados indicam raciocínio rápido de robôs

Diretor da Nvidia afirma que já há dados suficientes para robôs com raciocínio rápido, via IA física, com impactos em indústria, hospitais e veículos autônomos

Robô humanoide da empresa americana Figure — Foto: Divulgação/Figure
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  • O brasileiro Marcio Aguiar, diretor da Nvidia para a América Latina, disse que já existem dados suficientes para robôs humanoides terem raciocínio rápido por meio de IA generativa.
  • Ele destacou o conceito de Physical AI, a integração da IA com sistemas físicos, que já está sendo explorada em fábricas, hospitais e veículos autônomos.
  • Segundo o executivo, a IA generativa permite criar conteúdos e já existe no mercado com exemplos como ChatGPT, Gemini e Copilot.
  • A Nvidia não fabrica robôs físicos, mas fornece o “cérebro” — hardware e software — para empresas que desenvolvem soluções robóticas, atendendo a mais de cem companhias do setor.
  • A IA física já é realidade na indústria, com braços mecânicos mais inteligentes por visão computacional; em hospitais no Japão, robôs humanoides ajudam enfermeiros a entregar medicamentos, e o foco inclui veículos autônomos, como robotáxis.

Marcio Aguiar, diretor brasileiro da Nvidia, afirmou que o avanço seguinte da inteligência artificial está ligado aos robôs humanoides com um “cérebro” baseado em IA generativa. O conceito, chamado Physical AI, envolve a integração da IA com sistemas físicos.

Segundo ele, já existem dados suficientes para que um robô demonstre raciocínio rápido ao interpretar o ambiente. A visão é que a IA generativa, aliada a recursos perceptivos, consolide capacidades nessa direção.

Durante um evento da Microsoft em São Paulo, Aguiar destacou que a Nvidia não fabrica robôs, mas fornece a base de software e hardware para empresas desenvolverem soluções robóticas. Esse ecossistema já atende mais de 100 empresas do setor.

O executivo ressaltou que a IA física já é realidade na indústria, com braços robóticos em fábricas que usam visão computacional para perceber o ambiente e reagir a ele. Hospitais também já experimentam aplicações com robôs.

Entre os focos, ele cita veículos autônomos, incluindo robotáxis, como áreas em que os sistemas avançados ganham autonomia progressiva. A evolução, segundo o executivo, ocorrerá de forma gradual, sem que o usuário perceba a transição.

Aguiar não indicou data de implementação em larga escala de robôs humanoides com IA generativa. A implementação, afirmou, deve ocorrer de modo gradual, em etapas, para permitir adaptação dos usuários no dia a dia.

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