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Covid-19 registra 29 mortes no Brasil em janeiro

Covid-19 lidera mortes por SRAG em janeiro no Brasil, com 29 óbitos; alerta para cobertura vacinal aquém do ideal

Vacinação de pacientes em campanha contra a Influenza (gripe) no Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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  • Em janeiro, pelo menos 29 brasileiros morreram por complicações da Covid-19, segundo o informativo Vigilância das Síndromes Gripais, tornando o Sars‑Cov‑2 o vírus mais mortal entre os identificados no mês. Os números podem aumentar conforme investigações sobre causas de óbito continuam.
  • Das 163 mortes por Síndromes Respiratórias Agudas Graves nas primeiras quatro semanas, 117 não tiveram o principal vírus causador identificado.
  • As mortes por vírus ficaram assim: Covid‑19, 29; Influenza A H3N2, 7; Rinovírus, 7; Influenza A não subtipada, 6; H1N1, Influenza B e VSR somaram 5.
  • São Paulo teve o maior número de mortes confirmadas (15 em 140 casos). Entre as óbitos com Sars‑Cov‑2 identificado, 19 tinham mais de 65 anos. A maioria das mortes ocorreu em pessoas com 65 anos ou mais.
  • Sobre vacinação, desde 2024 a Covid‑19 está no calendário básico para crianças, idosos e gestantes; grupos especiais devem reforçar a imunização. Em 2025, menos de quatro de cada dez doses distribuídas foram usadas (21,9 milhões distribuídas, 8 milhões aplicadas). Dados da Infogripe/Fiocruz indicam 10.410 casos graves e cerca de 1,7 mil mortes em 2025.

Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro por complicações da Covid-19, segundo o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. O Sars-CoV-2 aparece como o vírus mais letal identificando causas no mês. Ainda há investigações em andamento que podem alterar os números.

Entre 163 mortes por Síndromes Respiratórias Agudas Graves SRAG, 117 não tiveram o principal causador identificado. A Covid-19 liderou com 29 óbitos, seguida por Influenza A H3N2, Rinovírus e Influenza A não subtipada, com seis a sete casos cada.

A mortalidade atingiu principalmente pessoas com 65 anos ou mais, totalizando 108 óbitos nessa faixa etária. Dentre os casos com vírus identificado, 19 tinham mais de 65 anos. A vacinação ainda é abaixo do ideal, segundo os dados disponíveis.

Vírus

Os demais vírus avaliados, como H1N1, Influenza B e VSR, somaram cinco mortes. Ao todo, foram 4.587 casos de SRAG no período, com 3.373 sem identificação do vírus causador. São Paulo foi o estado com mais mortes confirmadas, com 15 óbitos em 140 casos.

Vacinação

A cobertura vacinal permanece distante do ideal. Em 2025, menos de quatro das 10 doses distribuídas pelo Ministério da Saúde a estados e municípios foram usadas, totalizando 21,9 milhões de vacinas distribuídas e 8 milhões aplicadas.

Dados e monitoramento

Conforme a plataforma Infogripe da Fiocruz, em 2025 houve pelo menos 10.410 casos graves de SRAG decorrentes de infecção pelo coronavírus, com cerca de 1,7 mil mortes. O cenário reforça a necessidade de vigilância contínua e atualização de dados.

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