- Agentes Indígenas de Saúde dos DSEI Bahia, Ceará e Pernambuco foram qualificados para acolher e orientar gestantes indígenas com 28 semanas de gestação, para recebimento da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
- Cerca de 260 trabalhadores participaram da qualificação, recebendo informações sobre imunização e estratégias de acolhimento das gestantes na identificação, prevenção e orientação sobre o VSR.
- A vacina contra o VSR começou a ser distribuída no território indígena em dezembro de 2025 e está no calendário nacional de vacinação da gestante, indicada para quem está na 28ª semana de gestação.
- O objetivo é vacinar 100% das gestantes indígenas incluídas no Sistema de Informações da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) e realizar o cuidado pós-vacinação na aldeia, integrado à atenção primária.
- No conjunto dos DSEI Bahia, Ceará e Pernambuco, há acompanhamento de 1.199 gestantes, com alta adesão a consultas de pré-natal; gestantes com seis ou mais consultas representam, respectivamente, 68,3% (Bahia), 94,2% (Ceará) e 88,4% (Pernambuco).
Os Agentes Indígenas de Saúde (AIS) dos DSEI Bahia, Ceará e Pernambuco foram qualificados para acolher e orientar gestantes indígenas com 28 semanas de gestação, autorizando a vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). A ação visa mapear e acompanhar esse grupo nas comunidades, integrando-se à rotina de atendimento.
Ao todo, pelo menos 260 AIS passaram por capacitação sobre imunização e estratégias de acolhimento das grávidas nas aldeias, com foco na identificação, prevenção e orientação sobre o VSR. A vacinação materna facilita a transferência de anticorpos ao bebê, contribuindo para proteção nos meses iniciais.
O VSR começou a ser distribuído nos territórios indígenas em dezembro de 2025 e já faz parte do calendário de vacinação de gestantes. A meta é vacinar 100% das gestantes indígenas cadastradas no Sistema de Informações da Atenção à Saúde Indígena (Siasi). Os DSEI Bahia, Ceará e Pernambuco acompanham 1.199 gestantes, com maior parte em quatro a seis consultas de pré-natal, conforme dados regionais.
As equipes destacam o papel central dos AIS, que moram na aldeia e atuam como elo entre técnica e realidade local, fortalecendo o atendimento primário. A integração entre os distritos facilita troca de experiências e adoção de estratégias comuns na construção de cuidado nas comunidades.
Além da vacinação, o acompanhamento envolve consultas de pré-natal e orientação contínua às famílias, fortalecendo vínculos entre comunidade e equipes de saúde. A iniciativa reforça a proteção de gestantes e bebês frente a doenças que afetam os territórios indígenas.
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