- No Dia Mundial do Câncer, a campanha Vá de Lenço, promovida pelo Movimento Todos Juntos Contra o Câncer e pela Abrale, alerta para prevenção e homenageia pacientes oncológicos.
- Fabiana Justus, embaixadora da Abrale e diagnosticada com leucemia mieloide aguda em 2024, já recebeu transplante de medula óssea e está em remissão; lançou coleção de lenços com a Les Cloches.
- A ação distribuirá 1.800 lenços a hospitais públicos parceiros, em parceria com o Instituto Quimioterapia e Beleza; 100% do lucro das peças será revertido à Abrale.
- O evento conta com palestra de Fabiana Justus e de Catherine Moura, médica sanitarista e CEO da Abrale.
- Segundo dados oficiais, são mais de 700 mil novos casos de câncer por ano; a doença é a principal causa de morte em 12% dos municípios do país, com aumento entre pessoas com menos de cinquenta anos e persistem desigualdades no diagnóstico e tratamento.
O Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) e a Abrale promovem, no Dia Mundial do Câncer, a campanha Vá de Lenço. A iniciativa homenageia pacientes oncológicos em tratamento, em remissão ou curados, e reforça a importância da prevenção por meio de hábitos saudáveis.
Fabiana Justus, embaixadora da Abrale, participou da ação. Diagnosticada com leucemia mieloide aguda em 2024, ela passou por transplante de medula óssea e está em remissão. A influenciadora também divulgou a divulgação da campanha em suas redes.
A parceria com o Instituto Quimioterapia e Beleza prevê a distribuição de 1800 lenços a hospitais públicos parceiros. A ação também envolve a venda de três modelos de lenços, estampados nas cores da Abrale, com 100% do lucro destinado à associação.
Colaboração e impactos da campanha
A Abrale, liderada pela médica sanitarista Catherine Moura, destaca a importância da prevenção e de hábitos que reduzem fatores de risco. A divulgação ocorre junto ao movimento TJCC e incentiva o uso de lenços como símbolo de apoio.
Dados oficiais apontam mais de 700 mil novos casos de câncer por ano no Brasil. O Observatório de Oncologia indica que a doença é a principal causa de morte em 12% dos municípios, com aumento de casos entre pessoas abaixo de 50 anos e desigualdades no diagnóstico e tratamento.
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