- Um casal da Flórida processa a Fertility Center of Orlando (IVF Life Inc) após descobrir que recebeu o embrião errado, com a implantação bem-sucedida ocorrendo em abril de 2025.
- A filha, Shea, nasceu em 11 de dezembro, e testes genéticos mostraram que ela não tem relação biológica com os pais, Score e Mills.
- Os pais buscam uma reparação econômica contra a clínica, cujo valor não foi especificado, além de informações sobre os seus pais biológicos.
- A família criou uma vaquinha para cobrir custos médicos, terapias e as buscas pelos pais biológicos, destacando dificuldade de obter informações da clínica.
- A Fertility Center of Orlando afirmou que coopera com a investigação para identificar onde ocorreu o erro, mantendo o foco na transparência e no bem-estar da criança e dos envolvidos.
Um casal da Flórida processa a clínica de fertilidade IVF Life Inc, que opera o Fertility Center of Orlando, após descobrir que foi implantado com um embrião diferente do seu. A ação, apresentada em 2025, envolve três embriões viáveis criados com óvulos de Tiffany Score e esperma de Steven Mills, com um embrião implantado em abril daquele ano. Shea nasceu em 11 de dezembro.
Após o nascimento, em dezembro, o casal percebeu que a menina apresentava características raciais distintas de ambos. Exames genéticos apontaram que Shea não tem relação genética com os requerentes, conforme a ação na vara de Palm Beach County.
A ação busca reparação financeira junto à IVF Life, sem especificar o valor. Score divulgou nas redes sociais, em 29 de janeiro, que deseja informações sobre os pais biológicos de Shea e explicou a busca por respostas. O texto também descreve o impacto emocional vivido pela família.
A irmã de Tiffany, Alexa Score, lançou uma campanha de arrecadação para cobrir despesas médicas, hospitalares e terapias, bem como apoiar a localização dos pais biológicos de Shea. A meta é de 12 mil dólares, já com mais de 10 mil levantados.
Segundo a família, a Fertility Center of Orlando tem poucas informações sobre a busca pela família biológica de Shea e sobre os embriões. A clínica confirmou à imprensa que coopera com investigações para entender a origem do erro que levou ao nascimento da criança não geneticamente relacionada aos pais.
A clínica afirmou que está colaborando com várias entidades para identificar quando e onde o erro pode ter ocorrido, mantendo o objetivo de transparência e bem-estar da criança envolvida. O comunicado afirma que continuará a prestar assistência independentemente do desfecho da apuração.
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