- Em 2015, a Oceania criou uma missão no LoL para jogadores usarem campeões do mar, gerando pontos para a construção de um recife artificial para a vida marinha local; o Nautilus venceu.
- Agora, dez anos depois, a Riot divulgou imagens do Nautilus no fundo do mar e informou o estado atual do Curtin Artificial Reef, na costa de Queensland, Austrália.
- O recife faz parte da grande barreira de corais e o Underwater Research Group of Queensland (URGQ) cuida do local, atuando como guardião do Nautilus.
- Mesmo mantendo a forma, o Nautilus sofreu com cracas no corpo e com areia que soterraram parte da estrutura.
- Os nomes de quem apoiou a campanha estão gravados na âncora do Nautilus, eternizando os Invocadores que contribuíram.
Em 2015, a Oceania criou uma missão no LoL para que jogadores usassem campeões do mar, como Fizz, Nautilus e Nami, para acumular pontos. O objetivo era erguer um recife artificial e ajudar a vida marinha local. O Nautilus foi o vencedor da campanha.
Agora, dez anos depois, a Riot divulgou imagens do Nautilus no fundo do mar e descreveu o estado atual do recife artificial Curtin, próximo à costa de Queensland, na Austrália. A publicação também destacou a vigilância do Underwater Research Group of Queensland (URGQ).
O que aconteceu e quem está envolvido
A Riot publicou fotos mostrando o Nautilus, hoje servido como habitat para a fauna local. O URGQ atua como guardião do Curtin Artificial Reef, monitorando a área e cuidando da estrutura submersa.
Quando, onde e por quê
As imagens referem-se ao período recente, mas a iniciativa original ocorreu em 2015, no recife Curtin, parte da Grande Barreira de Corais, na costa australiana. O objetivo é manter a vida marinha e conservar o legado da campanha.
Estado atual e impactos observados
Cracas aderiram ao casco e a areia tem soterrado parte da estrutura ao longo dos anos. Peixes-limpadores e garoupas circulam ao redor da âncora, enquanto pequenas espécies ocupam as frestas da armadura.
Detalhes da divulgação
Contribuintes da campanha tiveram seus nicks eternizados na âncora do Nautilus, como lembrança do apoio. As imagens reforçam o papel simbólico e educativo do projeto, ao lado do monitoramento contínuo da vida marinha local.
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