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MAM Rio homenageia Gilberto Chateaubriand com exposição de 450 obras comemorativas

Exposição no MAM Rio reúne 450 obras da Coleção Gilberto Chateaubriand e oferece experiência sensorial ao público a partir de 9 de agosto.

Gilberto Chateaubriand — Foto: Leo Aversa
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  • O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) inaugura a exposição “Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial” no dia 9 de agosto.
  • A mostra celebra o centenário de nascimento de Gilberto Chateaubriand, um importante colecionador da arte brasileira, que faleceu em 2022.
  • Serão exibidas cerca de 450 obras da coleção, que inclui a famosa pintura “Urutu” (1928) de Tarsila do Amaral.
  • Desde 1993, aproximadamente 6.400 das 8.300 peças da Coleção Gilberto Chateaubriand estão sob a responsabilidade do MAM.
  • A exposição visa proporcionar uma experiência sensorial ao público e reavaliar a contribuição de Chateaubriand à cultura brasileira.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) inaugura, no dia 9 de agosto, a exposição “Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial”. A mostra celebra o centenário de nascimento de um dos mais influentes colecionadores da arte brasileira, que faleceu em 2022. Com cerca de 450 obras, a exposição destaca um dos mais significativos acervos da produção artística nacional.

Desde 1993, aproximadamente 6.400 das 8.300 peças da Coleção Gilberto Chateaubriand estão sob a responsabilidade do MAM Rio. Entre as obras em exibição, destaca-se “Urutu” (1928), de Tarsila do Amaral, que representa a riqueza e diversidade da arte brasileira.

Importância da Exposição

A exposição não apenas homenageia Chateaubriand, mas também proporciona uma imersão sensorial ao público. A curadoria busca criar uma experiência única, permitindo que os visitantes interajam com as obras de maneira inovadora. O evento é uma oportunidade para reavaliar a contribuição de Chateaubriand à cultura brasileira.

Além disso, a mostra promete atrair tanto amantes da arte quanto o público em geral, reforçando a importância do MAM como um espaço de reflexão e apreciação artística. A expectativa é que a exposição se torne um marco nas comemorações do centenário do colecionador, destacando seu legado e a relevância da arte no Brasil.

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