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Claudia Andujar apresenta 130 obras em exposição inédita no Museu do Amanhã

Exposição no Museu do Amanhã reúne obras de Claudia Andujar e outros artistas, abordando ciência e sustentabilidade em meio a mudanças climáticas.

Urihi-a, obra da série 'A casa' (1974), de Claudia Andujar, exposta no Museu do Amanhã (Foto: Claudia Andujar/Cortesia Galeria Vermelho)
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  • A exposição “Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade” foi inaugurada no Museu do Amanhã.
  • A mostra apresenta 130 obras de Claudia Andujar e peças de 40 outros artistas.
  • A exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP, que discute temas relevantes para a conferência em Belém em novembro.
  • O curador Paulo Herkenhoff destaca a relação entre a arte de Andujar e questões de ciência e conservação.
  • O Museu do Amanhã, com 1.200 m² de espaço expositivo, reforça seu compromisso com a discussão sobre mudanças climáticas.

A fotógrafa Claudia Andujar, reconhecida por seu trabalho com o povo indígena Yanomami, inaugura a exposição “Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade” no Museu do Amanhã. A mostra, que abre suas portas nesta sexta-feira, 18 de agosto, apresenta 130 obras da artista, além de peças de 40 outros artistas que dialogam com sua obra.

A exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP, uma iniciativa que aborda temas relevantes para a conferência que ocorrerá em Belém em novembro. O curador Paulo Herkenhoff destaca que a mostra explora como Andujar lidou com questões de ciência, conservação e natureza, funcionando como um “periscópio” que foca em diversos aspectos de sua produção artística.

Dividida em cerca de 30 núcleos temáticos, a exposição inclui séries icônicas que retratam a Amazônia, como “A floresta” (1972-1974) e “A casa” (1974), além de retratos de figuras como Clarice Lispector e migrantes de São Paulo. A Ocupação também conta com duas mostras adicionais: “Água Pantanal fogo”, com fotos de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, que retratam a destruição do bioma, e “Tromba d’água”, uma coletiva com obras de 14 mulheres latinas, incluindo Rosana Paulino e Suzana Queiroga, que exploram a relação entre o feminino e a natureza.

Com a inauguração de 1.200 m² de espaço expositivo, o Museu do Amanhã reafirma seu compromisso com a discussão sobre mudanças climáticas. O curador do museu, Fabio Scarano, ressalta que a arte e a espiritualidade podem ser fundamentais para sensibilizar o público sobre esses temas.

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