- A Natura anunciou novos compromissos de sustentabilidade e direitos humanos para 2030.
- A empresa destacou a necessidade de ações coletivas diante da crise climática.
- Grandes bancos americanos, como Bank of America e Citigroup, se retiraram de alianças climáticas.
- O CEO da Natura afirmou que a Amazônia pode se tornar um centro de bioeconomia.
- A declaração da empresa ocorre a poucos meses da COP-30, conferência sobre mudanças climáticas em Belém.
A Natura reafirmou, nesta terça-feira, 21, seu compromisso com a sustentabilidade e os direitos humanos, estabelecendo metas ainda mais ambiciosas para 2030. A empresa destacou a importância de ações coletivas diante da crescente crise climática, especialmente em um momento em que grandes bancos americanos estão se afastando de alianças climáticas.
Recentemente, instituições como Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs e Wells Fargo anunciaram sua saída da aliança climática global. Além disso, o Federal Reserve também se retirou de um grupo de regulação sobre mudanças climáticas. A Natura, por sua vez, enfatiza que a conservação ambiental e a defesa dos direitos humanos são fundamentais para a longevidade de seus negócios.
A empresa ressalta que a mobilização da sociedade civil e do setor privado é essencial para enfrentar os complexos desafios sociais e ambientais atuais. Em sua carta, a Natura afirma que as soluções não virão apenas de governos ou organismos multilaterais, mas requerem um esforço conjunto. A declaração ocorre a poucos meses da COP-30, conferência sobre mudanças climáticas que será realizada em novembro, em Belém.
O CEO da Natura mencionou que a Amazônia tem potencial para se tornar um centro de bioeconomia, refletindo a urgência de ações eficazes. A empresa acredita que, apesar das dificuldades, é fundamental agir de maneira consistente e colaborativa para enfrentar as injustiças sociais e a crise climática.
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