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Moscou registra 35°C e quebra recorde de temperatura em quase três décadas

Moscou registra recorde de temperatura, com 36°C previstos, e enfrenta desafios devido ao calor extremo que afeta a população.

Onda de calor faz Moscou registrar 35°C, recorde em quase trinta anos (Foto: Alexander Nemenov/AFP)
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  • Moscou enfrenta uma onda de calor intensa nesta sexta-feira, com temperaturas acima de 35°C.
  • O recorde anterior de 33,4°C, estabelecido em 1996, foi superado, com a cidade registrando 33,9°C na quinta-feira.
  • As previsões indicam que a temperatura pode chegar a 36°C nos próximos dias.
  • A onda de calor deve persistir até o início da próxima semana, afetando outras regiões da Rússia central e do sul da Europa.
  • Cientistas alertam que as mudanças climáticas estão intensificando eventos climáticos extremos, refletindo tendências globais que exigem atenção.

Moscou enfrenta uma onda de calor intensa nesta sexta-feira, com temperaturas superando 35°C e quebrando um recorde de quase 30 anos. Os serviços meteorológicos russos informaram que a capital, conhecida por seu clima continental, registrou 33,9°C na quinta-feira, superando o recorde anterior de 33,4°C estabelecido em 1996. As previsões indicam que a temperatura pode alcançar 36°C nos próximos dias.

A onda de calor deve persistir até o início da próxima semana, afetando não apenas Moscou, mas também outras regiões da Rússia central e do sul da Europa. As temperaturas estão entre 3 e 8 graus acima das médias climáticas, segundo o centro meteorológico russo. Desde o início da onda de calor, muitos moscovitas têm buscado refúgio em parques e fontes, enquanto outros se dirigem para os subúrbios.

O calor extremo representa um desafio, especialmente para os idosos e trabalhadores. Valentina Aleksandrovna, de 86 anos, relatou que o calor é “sufocante” e que nunca havia sentido algo semelhante. Algumas pessoas, desafiando as proibições, têm se banhado em lagos e canais poluídos da cidade.

Cientistas alertam que as mudanças climáticas estão intensificando ondas de calor e outros eventos climáticos extremos. Em junho, a Europa Ocidental registrou o mês mais quente da história, com temperaturas extremas em duas ondas consecutivas. A situação em Moscou é um reflexo das tendências globais, que exigem atenção urgente.

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