- O Prêmio Internacional de Fotógrafo Aéreo do Ano foi lançado em 2025, ampliando a tradição do Prêmio Internacional de Fotógrafo de Paisagem do Ano.
- A nova competição reconhece a qualidade das imagens aéreas capturadas por drones, aviões e outros meios, recebendo mais de 1.500 inscrições.
- Joanna Steidle, de Long Island, Nova York, foi a grande vencedora com fotos impressionantes, incluindo “Concerto” e “Mergulho”.
- O segundo lugar foi para Daniel Viñé Garcia, da Espanha, com a foto “Caveira Fumegante”, e David Swindler ficou em terceiro com “Flamingos sobre o lago”.
- O concurso teve seis categorias e um e-book com os 101 melhores trabalhos foi publicado.
O Prêmio Internacional de Fotógrafo Aéreo do Ano foi lançado em 2025, expandindo a tradição do Prêmio Internacional de Fotógrafo de Paisagem do Ano, que se concentrou em paisagens terrestres por mais de uma década. A nova competição visa reconhecer a crescente qualidade das imagens capturadas do alto, utilizando drones, aviões e outros meios. O evento inaugural atraiu mais de 1.500 inscrições de fotógrafos de todo o mundo, distribuindo US$ 10 mil em prêmios.
Peter Eastway, organizador do concurso, destacou que a nova perspectiva oferecida pelas imagens aéreas permite uma visão intrigante e muitas vezes ambígua do mundo. A competição foi dividida em seis categorias, e um e-book especial foi publicado, apresentando os 101 melhores trabalhos selecionados por um júri especializado.
Vencedores e Destaques
A grande vencedora foi Joanna Steidle, fotógrafa de Long Island, Nova York. Seu portfólio inclui imagens impressionantes, como “Concerto”, que captura arraias-focinho-de-vaca nadando em sincronia. Outra imagem marcante, “Mergulho”, mostra uma baleia-jubarte submergindo, destacando a beleza e a técnica apurada de Steidle.
O segundo lugar foi conquistado pelo fotógrafo espanhol Daniel Viñé Garcia, com a foto “Caveira Fumegante”, que retrata o vulcão Fagradalsfjall, na Islândia, onde a lava resfriada formou a imagem de uma caveira. David Swindler ficou em terceiro lugar com “Flamingos sobre o lago”, que captura aves em formação sobre uma superfície aquática tranquila.
Categorias e Temas
Na principal categoria individual, Ignacio Palacios venceu com uma imagem do Cono de Arita, na Argentina, que se destaca pela sua aparência surreal. Talor Stone registrou um desprendimento glacial na Groenlândia, enquanto Thomas Vijayan documentou o derretimento da calota polar em Svalbard, Noruega.
A categoria dedicada a drones teve o norueguês Pål Hermansen como vencedor, com uma imagem de um urso polar em seu habitat natural. Colin Leonhardt destacou-se na categoria de imagens abstratas com uma fotografia que remete a uma coruja deformada. O francês Fabien Guittard recebeu o Prêmio Escolha do Presidente por sua imagem poética de focas em uma lagoa glacial na Islândia.
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