Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Visita com realidade aumentada revive história de Anne Frank em Amsterdã

Experiência imersiva em Amsterdã conecta visitantes à história de Anne Frank com narrações e animações geradas por inteligência artificial.

Mural de Anne Frank em Amsterdã, Holanda — Foto: Divulgação
0:00
Carregando...
0:00
  • Uma nova experiência imersiva em Amsterdã permite que visitantes revivam os passos de Anne Frank, jovem judia que se escondeu dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
  • O projeto utiliza um aplicativo que combina narrações e animações geradas por inteligência artificial.
  • Os participantes percorrem um trajeto de sete quilômetros em doze etapas, conhecendo locais significativos da vida de Anne.
  • A iniciativa foi desenvolvida pela CityFans e visa educar e emocionar as novas gerações sobre a história do Holocausto.
  • Durante a guerra, cerca de cento e sete mil judeus holandeses foram deportados, dos quais aproximadamente cento e dois mil foram assassinados.

Uma nova experiência imersiva em Amsterdã permite que os visitantes revivam os passos de Anne Frank, a jovem judia que se escondeu dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Utilizando um aplicativo, os usuários podem explorar a cidade através de narrações e animações geradas por inteligência artificial.

O projeto, desenvolvido pela CityFans, oferece um percurso de 7 quilômetros em 12 etapas, permitindo que os participantes conheçam locais significativos da vida de Anne. Moti Erdeapel, diretor da empresa, destacou que a Casa de Anne Frank tem capacidade limitada e muitos turistas saem decepcionados por não conseguirem visitar o local. Com a nova experiência, basta um smartphone e fones de ouvido para acessar a narrativa.

Durante a caminhada, os visitantes são guiados por uma narração em áudio que traz à vida histórias pouco conhecidas sobre a resistência ao nazismo. Um dos pontos de interesse é a casa de Miep Gies, que ajudou a família Frank a se esconder. Além disso, o percurso inclui a antiga sorveteria Koco, um local importante na história da resistência judaica em Amsterdã.

Erdeapel, que tem raízes judaicas polonesas e húngaras, enfatizou a importância de contar essas histórias para as novas gerações, que estão cada vez mais conectadas à tecnologia. Ele acredita que a experiência virtual pode ajudar a manter viva a memória de Anne Frank e de outros que sofreram durante o Holocausto.

Durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 107 mil judeus holandeses foram deportados, dos quais 102 mil foram assassinados, representando aproximadamente 75% da população judaica do país antes do conflito. A nova iniciativa busca não apenas educar, mas também emocionar e conectar as pessoas com essa parte crucial da história.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais