- Ray Valley Solar, em Arncott, perto de Bicester, Oxfordshire, pretende uma fazenda solar comunitária de 94-acre capaz de abastecer mais de 6.000 casas por ano.
- O projeto faz parte da Low Carbon Hub, uma sociedade de benefício comunitário que opera como negócio e reinveste os lucros nas comunidades de Oxfordshire.
- Painéis bi-faciais de última geração aumentam a eficiência em cerca de 20% em relação a modelos mais antigos.
- Botley West, o próximo grande empreendimento, teria mais de 2.000 acres, gerar 840 megawatts por ano e potencial para 330.000 casas, com decisão esperada para setembro; o governo solicitou mais tempo para avaliação.
- A oposição aponta possíveis impactos ao campo e obsolescência tecnológica no futuro, enquanto a desenvolvedora Photovolt Development Partners mantém confiança na aplicação após consultas e avaliações ambientais.
Ray Valley Solar, um projeto comunitário de energia, em Arncott, próximo a Bicester, Oxfordshire, pode abastecer mais de 6 mil hogares por um ano. O empreendimento de 94 acres envolve a sociedade de benefício comunitário Low Carbon Hub, com lucros reinvestidos na região.
As novas estruturas utilizam painéis bi-fáceis, que aproveitam a luz refletida no solo, elevando a eficiência do parque em cerca de 20% em relação a sistemas antigos. A tecnologia busca ampliar a produção sem ocupar mais área.
Para Barbara Hammond, a criadora do projeto, o modelo de negócio é fundamental: todo ganho retorna à comunidade local, apoiando ações ambientais e soluções de baixo carbono. O objetivo é criar impacto crescente.
O parque de Arncott pode alimentar uma vila como Eynsham e distribuir energia a residências e comércios locais, sem vislumbrar expansão imediata para fora da região. A escala maior exige projetos adicionais.
Botley West, expansão em pauta
O projeto Botley West seria muito maior: mais de 2 mil acres, gerando 840 megawatts por ano e potencial para 330 mil casas. A proposta está na fase final de avaliação.
O governo pediu mais tempo e informações para decidir. A conclusão está prevista para setembro, enquanto opositores destacam impactos no campo e possíveis obsolescências tecnológicas.
Mark Owen Lloyd, representante da Photovolt Development Partners, afirma manter diálogo construtivo com governo e demais partes interessadas. A equipe diz confiar na avaliação ambiental e técnica.
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