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Estudo aponta que a meditação pode limpar o cérebro

Estudo com 37 voluntários sugere que meditar torna o fluxo do líquido cefalorraquidiano mais organizado no cérebro, ativando mecanismos de limpeza ainda em pesquisa

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  • Pesquisadores da Universidade Vanderbilt investigaram se a meditação pode provocar a limpeza do cérebro, observando o fluxo do líquido cefalorraquidiano.
  • O líquido cefalorraquidiano banha o cérebro e a medula espinhal, protege o órgão, distribui nutrientes e ajuda a eliminar detritos do sistema nervoso.
  • O corpo humano produz cerca de 500 ml desse fluido por dia; ao dormir, ele circula em pulsos que ajudam a transportar toxinas para fora do cérebro.
  • Em 37 voluntários, 23 tinham grande experiência com meditação; os participantes foram avaliados com exames de ressonância magnética durante a prática.
  • Os resultados indicam que, durante a meditação, o fluido passou a circular de forma mais organizada, em padrões semelhantes aos do sono profundo, mas são necessárias mais pesquisas para confirmar o fenômeno.

O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade Vanderbilt, nos EUA, analisou se a meditação pode influenciar o fluxo do líquido cefalorraquidiano, responsável pela limpeza do cérebro. Foi utilizado monitoramento por ressonância magnética em 37 voluntários.

Entre os participantes, 23 tinham grande experiência com meditação, somando milhares de horas de prática. Durante a sessão, os voluntários meditavam enquanto as imagens captavam o comportamento do fluido ao redor do cérebro.

Os pesquisadores observaram que o fluxo do líquido cefalorraquidiano ficou mais organizado durante a meditação, apresentando padrões parecidos com os observados no sono profundo. O achado aponta para uma possível ativação de mecanismos de limpeza natural do cérebro.

Resultados preliminares

Os resultados sugerem que a meditação pode favorecer processos de remoção de resíduos cerebrais. Contudo, os autores destacam que mais estudos são necessários para confirmar o fenômeno e entender os mecanismos envolvidos.

Os autores ressaltam a necessidade de replicação e de investigações adicionais, incluindo diferentes práticas de meditação. A pesquisa reforça a importância de abordagens multidisciplinares para compreender a relação entre mente, sono e saúde cerebral.

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