- A Comissão de Ética da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) abriu um processo administrativo contra Aron Dresch, ex-presidente da Federação Matogrossense de Futebol (FMF).
- A acusação envolve suposta violação de princípios éticos devido à sua participação na Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cuiabá Esporte Clube durante sua gestão na FMF.
- Documentos indicam que Dresch possuía 35% das ações da SAF, enquanto seu sobrinho detinha 65%.
- A CBF notificou Dresch, o Cuiabá e a FMF para apresentarem suas defesas em um prazo de quinze dias.
- A Comissão decidirá sobre possíveis infrações ao Código de Ética e as sanções, que podem incluir multa, suspensão ou inabilitação para cargos no futebol.
A Comissão de Ética da CBF instaurou um processo administrativo contra Aron Dresch, ex-presidente da Federação Matogrossense de Futebol (FMF), por suposta violação de princípios éticos. A denúncia alega que ele manteve vínculos com a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cuiabá Esporte Clube enquanto presidia a FMF, o que poderia ter comprometido sua imparcialidade.
Dresch, que ocupou a presidência da FMF de 2017 a 2025 e buscou reeleição neste ano, é acusado de atuar em benefício do Cuiabá durante sua gestão. Documentos de assembleias do clube, realizadas em abril e maio de 2025, mostram que ele detinha 35% das ações da SAF, enquanto seu sobrinho, Cristiano Dresch, possuía 65%. Essa relação levanta questões sobre a ética em sua atuação como dirigente.
A CBF notificou Aron Dresch, o Cuiabá e a FMF para que apresentem suas defesas em um prazo de quinze dias. Após a análise das informações, a Comissão decidirá se houve infração ao Código de Ética e quais sanções poderão ser aplicadas. As penalidades podem incluir multa, suspensão ou até inabilitação para cargos no futebol.
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