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Sete lembranças nostálgicas dos anos 80 e 90 que poucos recordam

O Brasil possui 144 mil orelhões, mas apenas 85 mil estão operacionais, com uso diário em queda acentuada.

Orelhão: 7 coisas que marcaram os anos 80 e 90, e quase ninguém lembra (Foto: Reprodução/Pexels/Lucas Souza)
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Os orelhões, que eram muito usados no Brasil nas décadas de 70 a 90, hoje estão em declínio. Atualmente, existem cerca de 144 mil orelhões no país, mas apenas 85 mil estão funcionando. O uso diário é muito baixo, com uma média de apenas uma ligação por aparelho. Esses telefones, que costumavam estar em praças e esquinas, foram substituídos pelos celulares e pela internet. Para muitos, os orelhões trazem lembranças de uma época em que era comum fazer chamadas a cobrar e memorizar números de telefone. Os cartões telefônicos também se tornaram itens de coleção. Apesar de sua obsolescência, os orelhões ainda representam um tempo em que a comunicação exigia mais esforço, com problemas de qualidade nas chamadas e dificuldades em dias de chuva.

Os orelhões, ou Telefones de Uso Público (TUP), foram fundamentais na comunicação no Brasil, especialmente nas décadas de 70 a 90. Atualmente, o país conta com cerca de 144 mil orelhões, dos quais apenas 85 mil estão em funcionamento. O uso diário é alarmantemente baixo, com uma média de apenas uma ligação por aparelho.

Esses dispositivos, que antes eram comuns em praças e esquinas, agora são raros nas cidades. O avanço dos celulares e da internet fez com que muitos brasileiros deixassem de utilizá-los. Contudo, os orelhões permanecem na memória afetiva de quem viveu essa época, evocando hábitos e situações que parecem distantes para as novas gerações.

Memórias dos Orelhões

Nos anos 90, era comum recorrer à chamada a cobrar quando não se tinha moedas. Discar o 9090 seguido do número desejado e esperar que a pessoa aceitasse a chamada era uma prática comum. Além disso, memorizar números de telefone era essencial, já que não havia agendas digitais. Muitos anotavam números em papéis, que poderiam facilmente ser perdidos.

Os cartões telefônicos também se tornaram itens de coleção, com ilustrações variadas que atraíam colecionadores. Usar o orelhão com moedas era uma rotina, e muitas vezes as pessoas precisavam pedir ajuda para completar a ligação. Filas em frente aos orelhões eram frequentes, especialmente nos horários de saída das escolas, onde estudantes apressados tentavam avisar os pais sobre seus deslocamentos.

Desafios da Comunicação

A qualidade das chamadas feitas pelos orelhões nem sempre era satisfatória. Eco e chiados eram comuns, levando as pessoas a falarem mais alto e repetirem frases. Em dias de chuva, as ligações frequentemente caíam, tornando a comunicação ainda mais desafiadora. Apesar de sua obsolescência, os orelhões continuam a ser um símbolo de uma era em que a comunicação exigia mais esforço e criatividade.

Com informações de G1 e Wikipedia.

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