Cientistas descobriram que um pedaço de DNA chamado HARE5, que é exclusivo dos humanos, pode aumentar o tamanho do cérebro de camundongos em 6,5%. Essa alteração acontece porque o HARE5 ativa certos genes que ajudam a produzir mais células que se tornam neurônios, o que pode explicar como os humanos desenvolveram cérebros maiores em comparação com outros primatas. Além disso, a empresa DeepMind criou uma inteligência artificial chamada AlphaEvolve, que ajuda a resolver problemas complexos em matemática e ciência da computação. Essa IA combina modelos de linguagem com algoritmos que melhoram as soluções propostas, e já ajudou a otimizar o design de novos chips para computação em inteligência artificial.
Pesquisadores identificaram um trecho de DNA, chamado HARE5, que quando inserido em camundongos, aumenta o tamanho do cérebro dos animais em 6,5%. Essa descoberta pode ajudar a entender a evolução do cérebro humano em comparação com primatas. O HARE5 atua como um regulador, aumentando a expressão de genes que promovem a produção de neurônios, resultando em uma expansão da camada externa do cérebro dos camundongos.
Além disso, a DeepMind anunciou o desenvolvimento da AlphaEvolve, uma inteligência artificial que busca soluções para problemas complexos em matemática e ciência da computação. Essa tecnologia combina modelos de linguagem com algoritmos que analisam e aprimoram as sugestões da IA. Segundo Pushmeet Kohli, chefe de ciência da DeepMind, a AlphaEvolve já contribuiu para o design de chips de próxima geração, otimizando a capacidade computacional global da empresa.
Essas inovações destacam a interseção entre genética e tecnologia, com implicações significativas para a pesquisa em neurociência e inteligência artificial. O uso de organoides, estruturas que imitam partes do cérebro, continua a ser uma ferramenta valiosa para entender as funções cerebrais, enquanto novas tecnologias prometem avanços na criação de modelos mais realistas para estudos científicos.
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