O caixão do papa Francisco chegou à Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, nesta sexta-feira, 26 de outubro, após seu funeral na Basílica de São Pedro. A cerimônia de sepultamento será privada e não será transmitida, marcando a primeira vez em mais de 300 anos que um papa é enterrado nesse local. O funeral, realizado em 23 de outubro, teve a presença de mais de 250 mil fiéis e 130 líderes mundiais, incluindo Lula, Zelensky, Trump e Macron. A cerimônia foi simples, conforme o desejo de Francisco, que faleceu devido a um AVC. Ele foi sepultado no mesmo caixão de madeira e zinco em que foi velado, rompendo com a tradição de caixões mais elaborados. O enterro acontece durante o Novendiali, um período de nove dias de luto oficial. O cardeal Giovanni Battista Re destacou o legado de Francisco, que defendia a construção de “pontes, não muros”. Após o funeral, o caixão foi transportado em um papamóvel adaptado por 4,4 quilômetros até a Basílica de Santa Maria Maggiore. Francisco pediu em seu testamento que seu sepultamento fosse simples, sem decoração, refletindo seu estilo de vida humilde. O local abriga a imagem da Virgem dos Romanos, que era importante para ele.
O caixão do papa Francisco chegou à Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, nesta sexta-feira, 26 de outubro, após o funeral realizado na Basílica de São Pedro. A cerimônia de sepultamento será privada e sem transmissão, marcando um momento histórico, pois Francisco é o primeiro papa em mais de três séculos a ser enterrado nesse local.
O funeral, que ocorreu na manhã de 23 de outubro, contou com a presença de mais de 250 mil fiéis e 130 delegações de líderes mundiais, incluindo Luiz Inácio Lula da Silva, Volodymyr Zelensky, Donald Trump e Emmanuel Macron. A cerimônia foi simplificada, conforme o desejo do pontífice, que faleceu em decorrência de um AVC.
Francisco rompeu com tradições, sendo sepultado no mesmo caixão de madeira e zinco em que foi velado, lacrado na sexta-feira. Seus antecessores costumavam ser enterrados em caixões de diferentes materiais. O enterro ocorre durante o período de Novendiali, que consiste em nove dias de luto oficial.
Durante o funeral, o cardeal Giovanni Battista Re, presidente do Colégio Cardinalício, destacou a importância do legado de Francisco, que se comunicou com os “menores entre nós”. Ele enfatizou que o papa defendia a construção de “pontes, não muros” e criticou as guerras como “desastres trágicos”.
Após a cerimônia, o caixão foi transportado em um papamóvel adaptado por um percurso de 4,4 quilômetros até a Basílica de Santa Maria Maggiore. Francisco pediu em testamento que seu sepultamento fosse “no chão, sem decoração especial”, refletindo seu estilo de vida humilde. O local abriga a imagem da Salus Populi Romani, a Virgem dos Romanos, que era importante para o papa.
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