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Reino Unido e França negociam acordo para retorno de migrantes ilegais que cruzam o Canal

Governo britânico negocia com França retorno de migrantes ilegais em troca de aceitação de refugiados legais, visando combater o tráfico de pessoas.

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O governo do Reino Unido começou a negociar com a França um plano para devolver migrantes ilegais que cruzam o Canal da Mancha. Em troca, o Reino Unido aceitaria migrantes legais que buscam se reunir com suas famílias. O ministério do Interior francês afirmou que o esquema será baseado em um princípio de “um por um” para desencorajar o tráfico de pessoas. A ministra do Transporte, Lilian Greenwood, confirmou as discussões e destacou a importância de combater o tráfico. Em 2023, o governo anterior já havia acordado com a França um investimento de quase £ 500 milhões para aumentar a segurança nas fronteiras. A líder conservadora Kemi Badenoch criticou a decisão do Partido Trabalhista de cancelar um acordo de deportação para Ruanda, dizendo que isso diminuiu a pressão sobre a imigração ilegal. O governo britânico também anunciou novas medidas para enfrentar o tráfico, incluindo a criação de um novo crime para quem colocar vidas em risco no mar, com pena de até cinco anos de prisão. Até agora, mais de 8.180 pessoas cruzaram o Canal em 2023, um aumento de 31% em relação ao ano anterior. A proposta de um acordo de retorno entre países da União Europeia pode enfrentar resistência, especialmente de nações como a Hungria, que é rígida em relação à imigração. O governo britânico continua a priorizar a cooperação com a França e outros países europeus para desmantelar redes de tráfico e reduzir a imigração ilegal.

O governo do Reino Unido iniciou negociações com a França para um esquema de retorno de migrantes ilegais que cruzam o Canal da Mancha. Em troca, o Reino Unido aceitaria migrantes legais em busca de reunião familiar. O plano, segundo o ministério do Interior francês, será baseado em um princípio de “um por um” para desencorajar redes de tráfico.

As discussões foram confirmadas pela ministra do Transporte, Lilian Greenwood, que destacou a necessidade de combater o tráfico de pessoas. Em 2023, o governo anterior já havia firmado um acordo com a França, destinando quase £ 500 milhões para reforçar a segurança nas fronteiras. A líder conservadora Kemi Badenoch criticou a decisão do Partido Trabalhista de cancelar o acordo de deportação para Ruanda, afirmando que isso removeu um deterrente à imigração ilegal.

O governo britânico também anunciou novas medidas para enfrentar o tráfico de pessoas, incluindo a criação de um novo crime para quem colocar vidas em risco no mar, com pena de até cinco anos de prisão. Até agora, mais de 8.180 pessoas cruzaram o Canal em 2023, um aumento de 31% em relação ao ano anterior.

A proposta de um acordo de retorno entre estados membros da União Europeia pode enfrentar resistência, especialmente de países como a Hungria, que adota uma postura rígida em relação à imigração. O governo britânico continua a priorizar a cooperação com a França e outros países europeus para desmantelar as redes de tráfico e reduzir a imigração ilegal.

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