Um estudo da Universidade de Tübingen, publicado na revista Science, mostrou que corvos podem identificar formas geométricas irregulares sem precisar de treinamento, algo que antes era visto como uma habilidade exclusiva dos humanos. Os pesquisadores testaram dois corvos adultos, que conseguiram reconhecer formas intrusas em conjuntos de figuras, alcançando taxas de acerto de 48,3% e 56,7%, bem acima da chance de 16,7% de acerto ao acaso. Essa habilidade já estava presente nos corvos desde o início dos testes, indicando que não foi aprendida durante os experimentos. Os corvos se saíram melhor ao identificar formas com ângulos retos e simetria, mas tiveram dificuldades com figuras mais complexas. Os cientistas acreditam que essa capacidade pode ajudar os corvos a se orientarem em seus ambientes. A pesquisa sugere que a intuição geométrica não é exclusiva dos humanos, mas está presente em várias espécies, ampliando a compreensão sobre a inteligência animal.
Um estudo da Universidade de Tübingen, publicado na revista Science, revelou que corvos podem distinguir formas geométricas irregulares sem treinamento prévio, uma habilidade até então considerada exclusiva dos humanos. A pesquisa envolveu dois corvos adultos que participaram de experimentos para avaliar sua capacidade de identificar formas intrusivas.
Os corvos foram apresentados a conjuntos de formas, incluindo quadriláteros e outras figuras, e demonstraram taxas de sucesso de 48,3% e 56,7% na identificação de formas intrusas, superando a probabilidade de acerto ao acaso de 16,7%. Os pesquisadores observaram que essa habilidade não foi adquirida durante os testes, mas já era inata.
O desempenho dos corvos variou conforme a complexidade das formas. Eles se saíram melhor ao identificar figuras com ângulos retos e simetria, mas tiveram dificuldades com formas mais irregulares. Isso sugere que os corvos utilizam critérios geométricos simples para reconhecer irregularidades.
Os pesquisadores especulam que essa capacidade pode estar relacionada à forma como as aves se orientam em seu ambiente. A descoberta indica que as intuições geométricas não são exclusivas dos humanos, mas estão presentes em diversas espécies, ampliando o entendimento sobre a cognição animal.
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