Os países que fazem parte da Organização Marítima Internacional (IMO) concordaram em um plano para reduzir as emissões do setor marítimo. Esse plano inclui metas anuais e penalidades financeiras para quem não cumprir as regras, e começará a valer em 2028. O objetivo é zerar as emissões até 2050. Apesar do progresso, muitos ambientalistas acham que as metas são muito fracas, já que o transporte marítimo é responsável por cerca de 3% das emissões globais. Na votação, 63 países apoiaram o acordo, enquanto 16 se opuseram e 24 se abstiveram. O Brasil foi um dos apoiadores. O acordo exige que os donos de navios reduzam a intensidade das emissões, com metas de 17% até 2028 e 21% até 2030, comparado aos níveis de 2008. As penalidades para quem não cumprir vão de 100 a 380 dólares por tonelada de CO₂ a mais. Organizações não governamentais criticaram o acordo, pois ele pode isentar até 90% das emissões excedentes. Um diretor de uma ONG destacou a importância de ter incentivos para combustíveis sustentáveis para ajudar na descarbonização do setor.
Os países-membros da Organização Marítima Internacional (IMO) aprovaram um plano de descarbonização para o setor marítimo, estabelecendo metas anuais de redução de emissões. O acordo, que inclui penalidades financeiras para não cumprimento, será formalizado em outubro e entrará em vigor em 2028.
O plano foi resultado de intensas negociações e visa zerar as emissões do setor até 2050. Apesar do avanço, ambientalistas criticaram as metas, considerando-as insuficientes para uma indústria responsável por cerca de 3% das emissões globais. A IMO já havia definido, em 2023, a meta de zerar as emissões, mas as emissões marítimas não foram incluídas no Acordo de Paris.
Na votação, 63 países apoiaram o acordo, enquanto 16 se opuseram e 24 se abstiveram. O Brasil foi um dos apoiadores. O acordo estabelece que os proprietários de embarcações devem reduzir a intensidade das emissões, com metas de 17% até 2028 e 21% até 2030, em comparação aos níveis de 2008.
As penalidades para não cumprimento variam de US$ 100 a US$ 380 por tonelada de CO₂ excedente, dependendo do nível de cumprimento das metas. Organizações não governamentais criticaram a estrutura do acordo, que pode isentar até 90% das emissões excedentes. O diretor de transporte marítimo da T&E, Faig Abbasov, destacou a necessidade de incentivos para combustíveis sustentáveis para garantir a descarbonização do setor.
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