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Aumento de execuções em 2024 revela desafios persistentes à pena de morte globalmente

A pena de morte enfrenta um aumento global em execuções, com o Irã liderando. Nos EUA, Biden comuta penas, enquanto Trump defende a prática.

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Em 2024, o número de execuções no mundo aumentou 32%, totalizando 1.518 em 15 países, de acordo com a Anistia Internacional. O Irã foi o país com mais execuções, somando 972, seguido pela Arábia Saudita com 345 e o Iraque com 63. Apesar desse aumento, a tendência global ainda é a favor do abolicionismo, com 145 países já abolindo ou não aplicando a pena de morte. A China, que não divulga dados, é considerada a maior executora, com milhares de casos não contabilizados. No total, 45 mulheres foram executadas, sendo 30 no Irã. Atualmente, há 28.085 pessoas condenadas à morte no mundo, com 2.087 novas sentenças em 2024. Nos Estados Unidos, 25 execuções ocorreram, refletindo um aumento após a pandemia. O ex-presidente Donald Trump defende a pena de morte como uma medida de segurança, enquanto o presidente Joe Biden comutou as penas de 37 condenados à morte. A Arábia Saudita é o único país que ainda utiliza a decapitação como método de execução, enquanto a Rússia mantém uma moratória desde 1996. A pena de morte continua a ser um tema polêmico em várias partes do mundo.

O número de execuções em todo o mundo aumentou 32% em 2024, totalizando 1.518 em 15 países, segundo a Anistia Internacional. O Irã lidera com 972 execuções, enquanto a Arábia Saudita e o Iraque seguem com 345 e 63, respectivamente. Apesar do crescimento, a tendência global continua a favor do abolicionismo, com 145 países abolindo ou não aplicando a pena de morte.

A China, embora não figure nas estatísticas devido à falta de dados, é considerada a maior executora, com milhares de casos não contabilizados. Em 2024, foram registradas 45 execuções de mulheres, sendo 30 no Irã. Atualmente, existem 28.085 condenados à morte no mundo, com 2.087 novas sentenças proferidas no último ano.

Nos Estados Unidos, 25 execuções foram realizadas, refletindo uma recuperação após a pandemia. O ex-presidente Donald Trump defende a pena de morte como essencial para a segurança pública, enquanto o presidente Joe Biden comutou as penas de 37 condenados à morte, promovendo uma abordagem mais restritiva.

A Arábia Saudita permanece como o único país que ainda utiliza a decapitação como método de execução. Em contraste, a Rússia mantém uma moratória desde 1996 e não realiza execuções. A pena de morte continua a ser um tema controverso, com implicações políticas e sociais significativas em várias nações.

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