O guia turístico Marcos Rabello encontrou uma placa metálica no cume da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, que celebrava um recorde de 2008. Ele ficou indignado e publicou um vídeo que já teve mais de 650 mil visualizações. Rabello disse que a placa foi colocada recentemente e que o recorde é falso, pois ele conhece pessoas que subiram a montanha mais rápido. Após o vídeo, outros guias foram até o local e removeram a placa, considerando-a um desrespeito ao meio ambiente e aos visitantes. Rabello comparou a instalação da placa a jogar lixo na trilha, afirmando que ambas são formas de vandalismo. A administração do Parque Nacional da Tijuca alertou que colocar estruturas não autorizadas é uma infração ambiental, com multas que podem chegar a R$ 10 mil. A reportagem tentou contato com o homenageado pela placa, Flávio de Lemos Gondin da Fonseca, e com a “Equipe Mulambo”, mas não obteve resposta.
O guia turístico Marcos Rabello denunciou a instalação de uma placa metálica no cume da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, que celebrava um recorde de 2008. Em um vídeo que já conta com mais de 650 mil visualizações, ele expressou sua indignação, afirmando que a placa foi colocada na última segunda-feira. Rabello destacou que o recorde mencionado é fictício, pois conhece pessoas que subiram a montanha mais rapidamente.
Após a divulgação do vídeo, outros guias se mobilizaram e removeram a placa, considerando-a um desrespeito ao meio ambiente e aos frequentadores da trilha. Rabello comparou a instalação da placa ao ato de jogar lixo na trilha, afirmando que ambos são formas de vandalismo. Ele questionou a possibilidade de cada pessoa que sobe a montanha colocar sua própria placa, criando um caos no local.
A administração do Parque Nacional da Tijuca alertou que a instalação de estruturas não autorizadas é uma infração ambiental, sujeita a multas que variam de R$ 500,00 a R$ 10 mil. A nota enfatizou que o vandalismo, incluindo pichação e instalação de placas, é estritamente proibido dentro da unidade de conservação.
A reportagem tentou contato com Flávio de Lemos Gondin da Fonseca, o homenageado pela placa, e com a “Equipe Mulambo”, que também aparece na estrutura, mas não obteve sucesso. O espaço permanece aberto para manifestações.
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