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Jardim Botânico do Rio de Janeiro recebe coleção de louva-a-deus com 800 exemplares

Coleção Mantis Neotropical, com 800 exemplares e 15 novas espécies, será acessível a pesquisadores e estudantes no Jardim Botânico do Rio.

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Uma nova coleção de louva-a-deus foi inaugurada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Chamada Mantis Neotropical, ela possui cerca de oitocentos exemplares e é resultado de dez anos de pesquisa e conservação do Projeto Mantis. A maioria dos insetos foi coletada em expedições na Amazônia e na Mata Atlântica, lideradas por Leo Lanna e Lvcas Fiat. Essas expedições, que muitas vezes acontecem à noite, enfrentam desafios para encontrar os louva-a-deus que se camuflam em galhos e folhas. Durante esse trabalho, foram descobertas quinze novas espécies. O projeto conta com a ajuda de outros pesquisadores e instituições, como a National Geographic Society, que apoia futuras expedições. A coleção estará disponível para pesquisadores e estudantes a partir do segundo semestre deste ano, e haverá planos para exposições especiais ao público. O processo de tombamento e digitalização dos materiais começará em breve, garantindo a preservação dos exemplares. A curadora Maria Lucia França Teixeira Moscatelli destaca a importância dos louva-a-deus no controle de outros insetos e no equilíbrio dos ecossistemas. O nome Mantis Neotropical combina a origem grega da palavra “Mantis”, que significa “profeta”, com a localização que abrange a América Central e do Sul. A parceria entre o Jardim Botânico e o Projeto Mantis começou em 2016, com a criação de um laboratório para as pesquisas.

Uma nova coleção biológica foi inaugurada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, chamada Mantis Neotropical, que reúne cerca de oitocentos exemplares de louva-a-deus. Esta coleção, oriunda do Projeto Mantis, é resultado de uma década de pesquisa e conservação do inseto em florestas tropicais. A maior parte dos exemplares foi coletada em expedições lideradas pelo biólogo Leo Lanna e pelo designer Lvcas Fiat em biomas como a Amazônia e a Mata Atlântica.

As expedições enfrentam desafios, como a captura de louva-a-deus que se camuflam em galhos e folhas, utilizando técnicas que envolvem trabalho noturno. Essas atividades resultaram na descoberta de quinze novas espécies em diferentes estágios de descrição. O projeto conta com a colaboração de pesquisadores, como João Herculano, e instituições como a National Geographic Society, que financia futuras expedições.

A coleção estará disponível para visitação de pesquisadores e estudantes a partir do segundo semestre deste ano, com planos de exposições especiais ao público. O processo de tombamento e digitalização dos materiais também terá início em breve, garantindo a preservação dos exemplares armazenados em condições adequadas.

A curadora da coleção, Maria Lucia França Teixeira Moscatelli, ressalta a importância dos louva-a-deus como predadores que ajudam a manter o equilíbrio dos ecossistemas. O nome Mantis Neotropical reflete tanto a origem grega da palavra “Mantis”, que significa “profeta”, quanto a localização geográfica que abrange a América Central e do Sul. A parceria entre o Jardim Botânico e o Projeto Mantis começou em dois mil e dezesseis, com a criação do Laboratório de Fitossanidade, que serve como base para as pesquisas.

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