O governo da Eslováquia declarou estado de emergência após a morte de um homem de cinquenta e nove anos, atacado por um urso pardo na região de Detva. Em resposta ao aumento de encontros perigosos entre humanos e ursos, o governo autorizou a caça de até trezentos e cinquenta ursos, o que representa cerca de um quarto da população estimada de ursos pardos no país, que varia entre mil duzentos e mil trezentos indivíduos.
Nos últimos anos, a Eslováquia registrou um aumento significativo nos ataques de ursos, com mil e novecentos encontros em 2023, em comparação a seiscentos e cinquenta em 2020. O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, enfatizou que a segurança da população é prioridade e que a intensidade dos ataques está crescendo, especialmente em um período em que os ursos deveriam estar hibernando. Desde o ano 2000, foram sacrificados seiscentos e quatro ursos, com noventa e quatro abatidos em 2024.
Organizações ambientalistas, como Greenpeace Eslováquia, criticaram a decisão do governo, argumentando que a matança de ursos ignora evidências científicas e compromete a biodiversidade. Essas ONGs afirmam que os conflitos com os ursos geralmente resultam de uma gestão inadequada de resíduos e alimentos, e que existem métodos não letais para prevenir incidentes. Em contraste, a Espanha, que possui uma população de cerca de trezentos e setenta ursos, implementou programas eficazes para evitar a habituabilidade dos ursos com humanos.
O governo eslovaco também determinou a retirada de todos os cebos e que a eliminação dos ursos será realizada apenas por equipes de emergência, não por caçadores. O ministro do Meio Ambiente, Tomáš Taraba, afirmou que uma população de oitocentos ursos seria suficiente para garantir a viabilidade da espécie, enquanto a Eslováquia busca reduzir a população para menos de mil e cento e cinquenta indivíduos.
O governo da Eslováquia declarou estado de emergência após a morte de um homem de cinquenta e nove anos, atacado por um urso pardo na região de Detva. Em resposta ao aumento de encontros perigosos entre humanos e ursos, o governo autorizou a caça de até trezentos e cinquenta ursos, um número que representa cerca de um quarto da população estimada de ursos pardos no país, que varia entre mil duzentos e mil trezentos indivíduos.
Nos últimos anos, a Eslováquia registrou um aumento significativo nos ataques de ursos, com mil e novecentos encontros em 2023, comparado a seiscentos e cinquenta em 2020. O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, destacou que a segurança da população é prioridade e que a intensidade dos ataques está crescendo, especialmente em um período em que os ursos deveriam estar hibernando. Desde 2000, foram sacrificados seiscentos e quatro ursos, com noventa e quatro abatidos em 2024.
Organizações ambientalistas, como Greenpeace Eslováquia, criticaram a decisão do governo, argumentando que a matança de ursos ignora evidências científicas e compromete a biodiversidade. Essas ONGs afirmam que os conflitos com os ursos geralmente resultam de uma gestão inadequada de resíduos e alimentos, e que existem métodos não letais para prevenir incidentes. Em contraste, a Espanha, que possui uma população de cerca de trezentos e setenta ursos, implementou programas eficazes para evitar a habituabilidade dos ursos com humanos.
O governo eslovaco também determinou a retirada de todos os cebos e que a eliminação dos ursos será realizada apenas por equipes de emergência, não por caçadores. O ministro do Meio Ambiente, Tomáš Taraba, afirmou que uma população de oitocentos ursos seria suficiente para garantir a viabilidade da espécie, enquanto a Eslováquia busca reduzir a população para menos de mil e cento e cinquenta indivíduos.
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