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Família acusa hospital de negligência após morte de menino de 13 anos por infecção bacteriana

- Miguel Fernandes Brandão, de 13 anos, faleceu após 26 dias internado. - A família denuncia negligência médica no Hospital Brasília, onde foi tratado. - Diagnóstico tardio de infecção por Streptococcus Pyogenes causou necrose. - Mãe, Genilva Fernandes, relata que preocupações foram minimizadas pela equipe. - A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte e possíveis responsabilidades.

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Os pais de Miguel Fernandes Brandão, de 13 anos, registraram uma denúncia de suposta negligência médica na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) após a morte do menino, ocorrida no Hospital Brasília. Miguel foi internado em 14 de outubro de 2024 com sintomas gripais e, após 26 dias de internação, faleceu com o corpo necrosado […]

Os pais de Miguel Fernandes Brandão, de 13 anos, registraram uma denúncia de suposta negligência médica na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) após a morte do menino, ocorrida no Hospital Brasília. Miguel foi internado em 14 de outubro de 2024 com sintomas gripais e, após 26 dias de internação, faleceu com o corpo necrosado devido a uma infecção pela bactéria Streptococcus Pyogenes. A mãe, Genilva Fernandes, afirmou que o diagnóstico e o tratamento foram tardios, resultando em graves feridas que necessitaram de raspagem.

Durante o atendimento, a equipe médica inicialmente descartou a necessidade de antibióticos, atribuindo a preocupação da mãe à “ansiedade”. Após a piora do quadro, Miguel foi internado na UTI em 18 de outubro, onde foi diagnosticado com choque séptico e falência de órgãos. Genilva relatou que insistiu em exames e tratamentos que não foram realizados a tempo, o que, segundo ela, contribuiu para a gravidade do estado do filho.

Os médicos confirmaram a infecção por Streptococcus e a necessidade de intervenções intensivas, mas a família acredita que a negligência ocorreu nas primeiras fases do atendimento. Genilva, que também foi diagnosticada com a mesma bactéria, destacou que a equipe da UTI fez o possível, mas o tratamento poderia ter sido mais eficaz se Miguel tivesse recebido cuidados adequados antes. O caso está sob investigação da 10ª Delegacia de Polícia do Lago Sul.

Em nota, a assessoria do Hospital Brasília afirmou que não pode divulgar informações sobre o histórico de saúde dos pacientes, em respeito à privacidade e às normas éticas. A situação gerou grande comoção e levantou questões sobre a importância de um diagnóstico rápido e preciso em casos de infecções graves.

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