- O Exército de Israel informou que Ezedin Al Hadad, chefe do braço armado do Hamas, foi eliminado em Gaza na sexta-feira, dia 15, em ataque de precisão na área da Cidade de Gaza.
- Dois dirigentes do Hamas confirmaram à AFP a morte do líder.
- Israel o apontava como um dos principais arquitetos do massacre de sete de outubro de dois mil e vinte e três, que deixou mais de mil e duzentas pessoas mortas em território israelense, além do sequestro de civis e soldados naquele dia.
- O Hamas manteve que 251 reféns foram capturados em sete de outubro de dois mil e vinte e três, o que desencadeou a guerra e a devastação na Faixa de Gaza.
- O Ministério da Saúde de Gaza, sob autoridades do Hamas, aponta mais de setenta e dois mil mortos; os últimos vinte reféns vivos foram libertados em outubro do ano passado, após cessar-fogo.
O Exército de Israel informou que eliminou Ezedin Al Hadad, comandante do braço armado do Hamas, em Gaza. A operação ocorreu na sexta-feira, 15 de outubro, e foi anunciada neste sábado, 16, pelas Forças de Defesa de Israel e pelo Hamas. O ataque foi descrito como de precisão na área da Cidade de Gaza.
Dois dirigentes do Hamas confirmaram a morte à agência AFP. Segundo eles, Al Hadad foi morto em um ataque dirigido a um apartamento e a um veículo civil na Cidade de Gaza. Um integrante do braço armado do grupo também confirmou a fatalidade.
O Ministério da Defesa de Israel destacou que Al Hadad era considerado um dos principais arquitetos do ataque de 7 de outubro de 2023, que deixou mais de 1.200 mortos em território israelense, segundo relatos do governo israelense. O Hamas também o acusou de participação no sequestro de civis e militares no mesmo dia.
Contexto da operação
O ataque ocorreu em meio à guerra iniciada após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que desencadeou retaliação israelense sobre a Faixa de Gaza. Até a semana passada, fontes oficiais da proteção civil em Gaza estimaram suicidamente altas mortes e danos generalizados na região.
O conflito já levou a uma devastação humanitária na área, com centenas de milhares de pessoas deslocadas e um desbloqueio de operações médicas limitada. As estimativas de mortos variam, com dados divulgados por órgãos de saúde locais sob controle do Hamas, com corroboração de organizações internacionais.
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