- Ataques aéreos de Israel no sul do Líbano deixaram ao menos seis mortos, incluindo três paramédicos de um centro de saúde.
- O Exército de Israel disse ter acertado militants de Hezbollah que se preparavam para disparar rockets; autoridades libanesas relataram ataques em várias vilas do sul do país.
- As ofensivas ocorreram pouco depois de Israel e o governo libanês ampliarem o cessar-fogo por mais quarenta e cinco dias, com um mecanismo de segurança supervisionado pelos Estados Unidos.
- Israel também afirmou ter eliminado Izz al-Din al-Haddad, chefe militar do Hamas, em Gaza, em ataque direcionado.
- Nos EUA, relatos indicam que Donald Trump foi informado sobre opções militares contra o Irã caso decida retomar ações, enquanto mediadores paquistaneses apontam pouco progresso nas negociações.
Israel realizou ataques aéreos no sul do Líbano, com pelo menos seis mortos, incluindo três paramédicos de um centro de saúde. O ataque ocorreu poucas horas após diplomatas israelenses e do Líbano concordarem em estender o cessar-fogo.
Segundo fontes oficiais, o ataque atingiu uma clínica administrada pelo Comité de Saúde Islâmico ligado ao Hezbollah. O Exército israelense afirmou ter eliminado militantes do Hezbollah preparados para lançar foguetes contra tropas em território Libanês.
A ofensiva em território libanês coincide com a confirmação, por parte de Israel, da morte do chefe militar do Hamas, Haddad, em uma operação em Gaza no mesmo dia. Detalhes adicionais não foram disponibilizados pela assessoria militar.
Panorama do cessar-fogo
Pontes diplomáticas em Washington resultaram na extensão de 45 dias do cessar-fogo, ainda que parcialmente observado. O acordo prevê uma mecânica de segurança supervisionada pelos EUA entre as duas partes.
No sul do Líbano, relatos de mídia locais indicaram a queda de várias vilas atingidas pelos ataques, provocando nova onda de deslocamentos civis. Autoridades libanesas reforçam a necessidade de proteção de civis na região.
Paralelamente, a região observa tensões remanescentes entre Israel e Hamas, com acusações mútuas sobre a observância do cessar-fogo. Não houve confirmação de novas operações de maior escala até o momento.
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