- Quinze migrantes morreram após embarcação colidir com uma embarcação da guarda costeira grega e afundar perto da ilha de Chios, no Mar Egeu, na noite de terça-feira.
- A embarcação, com pelo menos 39 passageiros, estava superlotada e tinha apenas oito metros, e os sinais de navegação estavam desligados quando mudou de direção após sinal da patrulha.
- Ao menos 14 corpos foram recuperados e 25 pessoas foram resgatadas — entre elas 7 mulheres, 7 homens e 11 menores; uma mulher morreu no hospital.
- O ministro de Migração, Thanos Plevris, elogiou a guarda costeira pelos esforços de resgate e disse que os contrabandistas são responsáveis pelas mortes.
- As autoridades portuárias de Chios abriram uma investigação, enquanto equipes de busca e salvamento, com cinco embarcações e um helicóptero, interrompiam as operações na região.
Um barco de migrantes colidiu com uma embarcação da guarda costeira grega, capotou e afundou próximo à ilha de Chios, no Mar Egeu, na noite de terça-feira. Quinze pessoas morreram, segundo a guarda costeira, em um dos piores naufrágios dos últimos anos na Grécia. A colisão foi causada quando o bote com luzes de navegação apagadas desrespeitou sinais de patrulha e mudou de direção.
Segundo o comunicado da guarda costeira, o barco de oito metros iria para Chios, estava superlotado e transportava pelo menos 39 passageiros. A colisão provocou o capotamento e o afundamento, fazendo com que todos os ocupantes caíssem ao mar a poucos milhas da costa da Turquia. A informação não foi verificada de forma independente pela Reuters.
Porta-vozes relataram que 14 corpos foram resgatados, e 25 pessoas foram salvas — entre elas 7 mulheres, 7 homens e 11 menores. Os migrantes, em sua maioria afegãos, incluíam ainda um marroquino. Um retrato de hospitalização foi informado, com a morte de mais uma mulher durante atendimento médico.
Desdobramentos e resposta
O ministro de Migração, Thanos Plevris, elogiou a atuação da guarda costeira, citando que 24 pessoas foram salvas. Em depoimento à imprensa, ele atribuiu a responsabilidade aos contrabandistas, não aos agentes.
Equipes de busca e salvamento, com cinco embarcações da guarda costeira e um helicóptero, mantinham operações ativas. A autoridade marítima de Chios abriu investigação para apurar as circunstâncias do incidente.
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