- A Global Citizen Solutions criou um índice para mapear destinos de segunda residência de luxo, valorizando estilo de vida, acessibilidade e mercado imobiliário.
- Top ten inclui Mallorca/Ibiza (Esp.); Algarve (Portugal); Côte d’Azur/Saint-Tropez (França); Lago de Como/Costa Smeralda (Itália); Niseko (Japão); Aspen/Palm Beach/Hamptons (EUA); Queenstown (Nova Zelândia); Kitzbühel/Lech (Áustria); Mykonos (Grécia); Verbier/St. Moritz (Suíça).
- Europa lidera o ranking, com Espanha, Portugal e França no topo; Itália, Estados Unidos, Japão, Nova Zelândia, Áustria, Grécia e Suíça também aparecem.
- A metodologia privilegia estilo de vida e desejo de consumo, com três pilares, segundo a pesquisadora Liana Simonyan; o foco não é apenas financeiro.
- Em 2026, quarenta e dois por cento das transações de imóveis de luxo foram externas a residência principal; surgem alternativas como copropriedade, com exemplo na Itália, a partir de US$ 549 mil por ⅛ da propriedade.
Quem busca uma segunda residência de alto padrão tem como referência um novo índice elaborado pela Global Citizen Solutions. A pesquisa aponta os destinos mais desejados por compradores de alta renda, considerando estilo de vida, acessibilidade e mercado imobiliário.
Entre os dez primeiros, sete ficam na Europa. Espanha, Portugal e França lideram o ranking, com destaque para Mallorca, Ibiza, Algarve, Côte d’Azur e Saint-Tropez, baseados na valorização imobiliária, clima e infraestrutura.
Na França e na Espanha, a preferência recai sobre regiões que combinam sol, qualidade de vida e oferta de serviços. A Itália aparece com Lago de Como e Costa Smeralda, enquanto o Japão figura com Niseko, em posição alpina de alto padrão.
Principais destinos e motivos
O estudo mostra que o estilo de vida é o principal motivador para a compra de uma segunda casa, não apenas o aspecto financeiro. A metodologia prioriza desejo de consumo e qualidade de vida.
Itália, Japão e Estados Unidos completam o grupo dos seis primeiros. Nova Zelândia, Áustria, Grécia e Suíça também compõem os dez destinos mais desejados.
Segundo dados dos autores, a liderança europeia decorre de clima favorável, infraestrutura de luxo, estabilidade institucional e condições de aquisição de imóveis pouco replicáveis.
Metodologia e desdobramentos
A CEO da Global Citizen Solutions, Patricia Casaburi, afirma que o domínio europeu é estrutural, refletindo clima, segurança e regras de propriedade estáveis. O índice compara vinte mercados de alto padrão.
O levantamento aponta uma divisão regional: sul da Europa concentra valorização imobiliária e uso sazonal intenso; Áustria e Suíça mantêm propriedades de geração em geração, com alta segurança.
Nos EUA, conectividade aérea lidera, com o maior preço de entrada entre os dez. Niseko, no Japão, ganha destaque como destino alpino. Queenstown, na Nova Zelândia, atrai compradores pela estabilidade.
Ranking completo
1. Mallorca/Ibiza, Espanha
2. Algarve, Portugal
3. Côte d’Azur/Saint-Tropez, França
4. Lago de Como/Costa Smeralda, Itália
5. Niseko, Japão
6. Aspen/Palm Beach/Hamptons, EUA
7. Queenstown, Nova Zelândia
8. Kitzbühel/Lech, Áustria
9. Mykonos, Grécia
10. Verbier/St. Moritz, Suíça
A pesquisa indica que, em 2026, 28% das transações globais de imóveis de luxo envolveram compradores interessados em segunda residência.
Copropriedade aparece como alternativa para quem busca imóveis de férias no exterior, com custos compartilhados e serviços de alto padrão. Um exemplo é a Casa Bianca de Castiglioncello del Trinoro, na Itália, ofertada pela Pacaso, a partir de US$ 549 mil por ⅛ da propriedade.
O documento aponta que, para a elite, a busca por segunda residência envolve experiências de vida exclusivas, seja no Mediterrâneo ou nos Alpes. Fonte: Forbes.
Entre na conversa da comunidade