- A Woodland Trust pediu que visitantes mantenham-se no caminho ao observar bosques de bluebells no sudoeste da Inglaterra, para preservar as flores para o próximo ano.
- O gerente do site de Devon, Joe Middleton, orientou manter o cão na guia, usar o zoom da câmera e não pisotear as plantas.
- Pisotear as bluebells pode quebrá-las e compactar o solo, dificultando o crescimento de novas plantas e afetando populações de insetos.
- As bluebells levam de cinco a sete anos para se estabelecer e são protegidas pela Wildlife and Countryside Act de 1981; formam densas carpetas azuis em florestas britânicas.
- A espécie é nativa do oeste da Europa, com destaque para a região de sudoeste da Inglaterra, onde há indicativo de bosques antigos quando presente.
A verba-ação de proteção às azuladas campânulas busca preservar o tapete de bluebells em reservas no sudoeste da Inglaterra. A Woodland Trust pediu que visitantes permaneçam nos caminhos para manter as flores para a próxima temporada.
A ONG ambiental informou que caminhadas em busca de fotos perfeitas podem levar pessoas a pisotear plantas, causando danos diretos às flores e compactação do solo. Isso dificulta o surgimento de novas plantas.
O gerente de operações da Woodland Trust em Devon destacou a importância de manter cães na coleira, usar o zoom da câmera e evitar o pisoteio. A recomendação visa reduzir impactos sobre a vegetação e o habitat.
A organização também alertou sobre efeitos na fauna local. As bluebells fornecem pólen para insetos na primavera, que por sua vez alimentam aves e outros animais, fortalecendo a cadeia alimentar da área.
As hortênsias, como as bluebells, levam de cinco a sete anos para se estabelecerem em uma área. As flores são nativas da Europa Ocidental e a região do sudoeste da Inglaterra é um ponto forte para a espécie.
A Woodland Trust informou que as bluebells estão associadas a florestas antigas e costumam indicar esse tipo de ecossistema. Em grande número, podem formar densos tapetes azuis na primavera.
A proteção legal das bluebells está prevista no Wildlife and Countryside Act de 1981, segundo a organização. A lei proíbe a escavação ou remoção da planta ou de bulbos com fins comerciais, bem como a venda de exemplares retirados do campo.
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